O sargento Ítalo e os cabos Carlos e Fortunato foram alguns dos bons PMs que atuaram com rigor pela nossa segurança e logo deslocados para outras comunidades.
O Cap. D´Artagnan, que comandou o DPO, foi outro. Assim que soube da orgia com sexo, drogas e funk que ocorria na av. Beira Mar nas madrugadas de finais de semana, em frente ao Lyons, tomou providências. Fez cumprir a Lei. Mandou que seus "mosqueteiros" ocupassem a área e acabou com a anarquia no local. A vizinhança pôde dormir tranquila nos finais de semana.
Assisti a uma ação policial de seus comandados em frente ao quiosque 13: acabaram com a farra e as brigas, revistaram os carros dos funkeiros e os rebocaram para o DPO. Tudo com a maior dignidade e respeito à Lei. Durou pouco o Cap. D´Artagnan.
Também uma competente, dedicada e rigorosa dupla de seus "mosqueteiros" - o Cb. Possato e o Cb. Rafael - foi desfeita.
Possato foi para Angra e Rafael ainda permanece aqui atuando junto com o Cb. Davis. Até quando, até quando?
Felizmente, Possato não abandonou Muriqui. Os três, juntos com o Subtenente Augusto, também de Angra, estouraram a boca-de-fumo do morro da Encrenca, apreendendo grande quantidade de drogas, há bem pouco tempo.
Para realizar um bom trabalho de segurança, o policial tem que conhecer a comunidade e a sua gente. Tem que saber quem é quem. Todas essas transferências ocorreram em menos de um ano, talvez o tempo mínimo necessário para o policial conhecer o terreno, saber onde está pisando e inteirar-se da situação da comunidade, suas mazelas e necessidades.
Trocando constantemente o efetivo, a PMERJ jamais poderá realizar um continuo e bom trabalho de segurança em Muriqui.
A não ser com as raras exceções de uma abnegada dupla como Possato e Rafael. Ou Rafael e Davis. Mesmo assim, temo que seja por pouco tempo, até quando o comando geral da PMERJ na área permitir.
N.L.: soube agora que acaba de ocorrer mais uma mudança no DPO de Muriqui. Por que terá sido feita?