Pedi à Oi que transferisse minha linha de telefone fixo no dia 8 de agosto. Até o dia 23, continuava sem telefone e sem Velox.
Enquanto isso, a pessoa que adquiriu o meu apartamento transferiu sua linha de um dia para o outro. Ele não solicitou transferência à Oi. Apenas pediu-a a um conhecido que trabalha para a Oi fazendo manutenção das linhas telefônicos.
Neste período, colecionei onze protocolos de reclamação. Muitos eu não anotei, inclusive o primeiro. Compostos apenas por algarismos, os protocolos da Oi são mais compridos que endereço localizado em comunidade carente. Eu ia dizer que são mais compridos que endereço de pobre; mas, se o fizesse me acusariam de preconceituoso.
Após inúmeras reclamações, instalaram uma linha que não era a minha. Falava pra fora, mas não recebia chamadas nem a Velox. Depois de muitas outras reclamações, passou a receber chamadas, mas não falava pra fora.
Novas reclamações nas quais tive que contar sempre a mesma história para dezenas de atendentes diferentes mesmo citando os protocolos. Parece que os computadores da Oi não têm memória, nem mesmo uma vaga lembrança.
Cancelaram a citada linha e prenderam-me em casa por vários dias à espera de um técnico que nunca veio. Até que um deles me ligou para o celular no dia 22 perguntando se o problema tinha sido resolvido. Um sonoro NÃO foi a resposta, mas quando peguei o aparelho deu linha. Liguei para o celular e, surpresa, lá surgiu o meu número correto. Liguei do celular para o fixo e nada. Passado algum tempo, o aparelho novamente emudeceu.
Não aguentava mais. Liguei para a ANATEL no dia 23, às 16 horas. Contei mais uma vez toda a história. Às 21 horas, um supervisor da Oi ligou para o meu celular querendo saber por que eu reclamei com a ANATEL. Tive que contar a historia de novo.
Dia 24, pela manhã, recebi novo contato da Oi dizendo que eu teria prioridade no atendimento devido à exigência da ANATEL.
Às 15 horas, recebo a visita de um técnico de nome muito estranho: Azenclever. Ele me diz que vai resolver o meu problema pois a ANATEL exige uma solução para o meu caso.
De fato, religou a minha linha original. Mas, sem receber chamadas. Às 18 horas, ele diz que não pode fazer mais nada porque a central de Muriqui está fora do ar, mas voltará no dia seguinte para terminar a instalação.
Dia 25, ele volta e faz minha linha chamar e receber chamadas. Mas, nada de Velox. O serviço dele é somente de voz e não de dados. Diz que devo ligar para a Oi e reclamar. É o que faço.
O atendente me diz que eu cancelei a Velox. Virei bicho, perdi a compostura. Eu não suporto a mediocridade e a incompetência. É nisso que dá o pleno emprego. As empresas são obrigadas a contratar qualquer imbecil ainda desempregado.
Pô! Como poderia eu sobreviver sem a internet?
Logo após, recebo ligação da Oi perguntando se estava tudo bem com a minha linha. NÃO! FALTA A VELOX. Vamos verificar, diz a atendente.
Dia seguinte, 26, reclamo novamente com a ANATEL. Revoltado, fui à casa de um amigo fazer aquela postagem sobre o Zoster. Dia 27, recebo outra ligação da Oi querendo saber o motivo da minha nova reclamação à ANATEL. Contei a mesma história outra vez. Disseram-me que vão providenciar.
No domingo 28, vieram dois técnicos. Trocaram a fiação da rua e colocaram minha linha funcionando perfeitamente com a Velox.
Nesse período, tinha aproveitado para fazer um up grade no meu computador e somente hoje o tive de volta.
Desde segunda-feira já atendi umas vinte ligações da Oi sempre perguntando se está tudo bem com a minha linha. Eles não querem me deixar em paz. Vou reclamar com a ANATEL.
Hoje, tive uma surpresa: recebi por Sedex um modem da Velox. Por quê, não sei. Tenho Velox e seu modem desde que ela foi instalada em Mangaratiba.
É muita incompetência...
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A MUDANÇA
Uma odisséia interminável. Juro por tudo quanto é mais sagrado: somente mudarei daqui para o Jardim da Saudade, em Sulacap, onde tenho um pequeno terreninho no subsolo de um imenso jardim. Será a minha última morada.
Ainda estamos arrumando as coisas. E como havia coisas...
O que é importante sumiu ou é quase impossível encontrar. Em compensação, as coisas inúteis ou desnecessárias surgem a todo momento. Como uma latinha de propaganda da Coca-Cola que usa óculos escuros e dança mesmo sem música.
Por falar em música - ou melhor, aquilo que os quiosqueiros pensam que é música - estou há dois finais de semana sem ouvir "chupa que é de uva". Maravilha! O duelo de decibéis não mais chega aos meus ouvidos.
Voltando a falar das coisas, eu me pergunto: por que guardar tanta porcaria. Será que éramos obsessivos-compulsivos como aquela gente do programa que passa no canal A&E?
Estamos nos livrando de muitas coisas. Damos o que ainda tem alguma utilidade e jogamos no lixo as coisas imprestáveis.
No dia 8, fizemos a mudança. Compramos um novo aparelho de TV na loja virtual do Ponto Frio e pedimos a transferência do sinal da SKY e do telefone fixo. O aparelho somente chegou no dia 27 porque a transportadora não conseguia achar o meu humilde barraco cuja numeração não tem nada a ver com o local. Mas, isso é uma história que tentarei resolver com a Prefeitura.
Cliente da SKY há mais de dez anos, achei que seria fácil mudar de um quarteirão para outro. Após três dias, reclamei com a instaladora. Disseram-me que não poderiam vir porque a SKY deu o endereço antigo para a reinstalação. Reclamei diretamente com a SKY. Dois dias depois, vieram ao endereço novo sem escada e sem a nova antena. Reclamei novamente com a SKY. Voltaram dois dias após com a antena mas sem a escada. Reclamei e a SKY me disse que eu seria atendido no dia seguinte. Não vieram.
É meu aniversário e eu isolado do mundo, sem SKY. E, também, sem telefone fixo e, consequentemente, sem Velox. Totalmente alienado. Meu embate com a Oi contarei na próxima postagem. Liguei para a SKY cancelando o serviço. A atendente tentou me convencer a continuar. Até me ofereceu um mês grátis. Recusei e consegui cancelar a SKY após 23 minutos de muita conversa.
Estressado com a mediocridade do atendimento da SKY, sem notícias, há dez dias sem saber dos acontecimentos, preso em casa à espera das transferências, chamei a "gatonet". Meus amigos diziam que a "gatonet" tinha tudo, até o futebol e os canais eróticos, pagando apenas R$ 35,00 mensais. E me tiravam de otário por pagar R$ 165,00 por mês para a SKY.
Vieram imediatamente e instalaram a "gatonet". Apenas 33 canais sem programação na tela. Pra quem só vê novela e o jogo de futebol do "Engenhão" é ótimo. Mas, eu quero muito mais. No dia seguinte, pedi para cancelar e contratei a Via Embratel.
A Via Embratel tem tudo que a SKY tem e muito mais canais por apenas R$ 154,00 mensais. Proporcionalmente, é mais barato que a "gatonet".
N.L.: Meu Deus! Por onde andará o meu pendrive?
Ainda estamos arrumando as coisas. E como havia coisas...
O que é importante sumiu ou é quase impossível encontrar. Em compensação, as coisas inúteis ou desnecessárias surgem a todo momento. Como uma latinha de propaganda da Coca-Cola que usa óculos escuros e dança mesmo sem música.
Por falar em música - ou melhor, aquilo que os quiosqueiros pensam que é música - estou há dois finais de semana sem ouvir "chupa que é de uva". Maravilha! O duelo de decibéis não mais chega aos meus ouvidos.
Voltando a falar das coisas, eu me pergunto: por que guardar tanta porcaria. Será que éramos obsessivos-compulsivos como aquela gente do programa que passa no canal A&E?
Estamos nos livrando de muitas coisas. Damos o que ainda tem alguma utilidade e jogamos no lixo as coisas imprestáveis.
No dia 8, fizemos a mudança. Compramos um novo aparelho de TV na loja virtual do Ponto Frio e pedimos a transferência do sinal da SKY e do telefone fixo. O aparelho somente chegou no dia 27 porque a transportadora não conseguia achar o meu humilde barraco cuja numeração não tem nada a ver com o local. Mas, isso é uma história que tentarei resolver com a Prefeitura.
Cliente da SKY há mais de dez anos, achei que seria fácil mudar de um quarteirão para outro. Após três dias, reclamei com a instaladora. Disseram-me que não poderiam vir porque a SKY deu o endereço antigo para a reinstalação. Reclamei diretamente com a SKY. Dois dias depois, vieram ao endereço novo sem escada e sem a nova antena. Reclamei novamente com a SKY. Voltaram dois dias após com a antena mas sem a escada. Reclamei e a SKY me disse que eu seria atendido no dia seguinte. Não vieram.
É meu aniversário e eu isolado do mundo, sem SKY. E, também, sem telefone fixo e, consequentemente, sem Velox. Totalmente alienado. Meu embate com a Oi contarei na próxima postagem. Liguei para a SKY cancelando o serviço. A atendente tentou me convencer a continuar. Até me ofereceu um mês grátis. Recusei e consegui cancelar a SKY após 23 minutos de muita conversa.
Estressado com a mediocridade do atendimento da SKY, sem notícias, há dez dias sem saber dos acontecimentos, preso em casa à espera das transferências, chamei a "gatonet". Meus amigos diziam que a "gatonet" tinha tudo, até o futebol e os canais eróticos, pagando apenas R$ 35,00 mensais. E me tiravam de otário por pagar R$ 165,00 por mês para a SKY.
Vieram imediatamente e instalaram a "gatonet". Apenas 33 canais sem programação na tela. Pra quem só vê novela e o jogo de futebol do "Engenhão" é ótimo. Mas, eu quero muito mais. No dia seguinte, pedi para cancelar e contratei a Via Embratel.
A Via Embratel tem tudo que a SKY tem e muito mais canais por apenas R$ 154,00 mensais. Proporcionalmente, é mais barato que a "gatonet".
N.L.: Meu Deus! Por onde andará o meu pendrive?
sábado, 27 de agosto de 2011
ZOSTER
Muitos chamam de "herpes zoster" porque parece com o herpes. Parece, mas não é.
Popularmente conhecido como "cobreiro", é uma doença viral causada pelo varicella-zoster virus, o mesmo vírus causador da catapora. Melhor denominá-lo varicela zoster.
Só dá em que já teve catapora. Algumas pessoas não desenvolvem imunidade total ao vírus que permanece latente em gânglios próximos à coluna vertebral. Quando encontra condições de se desenvolver, numa situação de grande estresse, por exemplo, o vírus reativa-se e chega à pele através dos nervos correspondentes ao gânglio.
Eu já tive nas costas, perto do ombro. Meu filho teve na cintura. Minha mulher teve agora acima da sobrancelha, atingindo todo o lado esquerdo da testa, inclusive a pálpebra e o lado esquerdo do nariz.
Caprichoso, o zoster atinge somente um lado do corpo.
Popularmente conhecido como "cobreiro", é uma doença viral causada pelo varicella-zoster virus, o mesmo vírus causador da catapora. Melhor denominá-lo varicela zoster.
Só dá em que já teve catapora. Algumas pessoas não desenvolvem imunidade total ao vírus que permanece latente em gânglios próximos à coluna vertebral. Quando encontra condições de se desenvolver, numa situação de grande estresse, por exemplo, o vírus reativa-se e chega à pele através dos nervos correspondentes ao gânglio.
Eu já tive nas costas, perto do ombro. Meu filho teve na cintura. Minha mulher teve agora acima da sobrancelha, atingindo todo o lado esquerdo da testa, inclusive a pálpebra e o lado esquerdo do nariz.

Logo identificamos o problema por sua apresentação e pelos sintomas doloridos. Indicamos o único tratamento existente desde priscas eras: o aciclovir. Não esse aciclovir barato oriundo de laboratórios sem qualquer credibilidade que é vendido nas farmácias de Muriqui.
Minha mulher passou a tomar um comprimido de 400mg de Zovirax, cinco vezes ao dia; Zovirax creme dermatológico para aplicação local, também cinco vezes ao dia, e Zovirax pomada oftalmológica para aplicação ocular, a fim de evitar afetação ao nervo ótico.
Acontece que não sou médico - nem meu filho - e como santo de casa não faz milagre e minha mulher não mais suportava as dores - seu limiar álgico é bem baixo - além de achar que o medicamento tinha que agir de imediato como um analgésico, exigiu uma consulta médica para confirmar o nosso diagnóstico e o tratamento prescrito.
Levei-a ao PS de Muriqui para uma consulta com o Dr. Breno que nos informaram ser muito bom médico. Era o dia de seu plantão, dia 12 de agosto.
Infelizmente, ele estava no almoço e minha mulher foi rapidamente muito bem atendida, com absoluta cortesia, pelo jovem Dr. Thiago S. Cabral.
Ela, então, mostrou-lhe as vesículas na testa, na pálpebra e no nariz, exatamente como na foto acima, e disse-lhe: "Dr. Thiago, creio que estou com zoster e tomando aciclovir. Queria ouvir a sua opinião médica."
O médico a examinou e afirmou: "Não! Não é zoster. É apenas uma reação alérgica. Vou encaminhá-la para a dermatologia."
O médico a examinou e afirmou: "Não! Não é zoster. É apenas uma reação alérgica. Vou encaminhá-la para a dermatologia."
Fez uma limpeza local com cloreto de sódio e preencheu o encaminhamento que está em meu poder.
Nisso, chega o Dr. Breno. Olha minha mulher e diz ao Dr. Thiago: "É zoster. Prescreva Zovirax, cinco vezes ao dia."
O jovem médico ainda tentou argumentar dizendo não ver as terminações nervosas típicas do zoster. "Como não está vendo?" - questionou o Dr. Breno - "veja elas aqui e aqui e aqui."
Somente restou ao Dr. Thiago passar a receita de Zovirax comprimidos e aciclovir pomada.
Minha mulher voltou pra casa mais tranquila, sabendo que seus santos de casa muitas vezes fazem milagres.
É como eu sempre digo: carro, mulher ou dentista só é bom mesmo quando é novo. Médico tem que ser mais velho.
domingo, 7 de agosto de 2011
DE COSTAS PARA O MAR
Não dava mais pra viver em frente ao mar, de ver e ouvir a muvuca nos finais de semana na praia de Muriqui.
O furdunço, agora, é folha morta pra mim. Chupa que é de uva, “rebolation”, beber, cair e levantar, nunca mais.
Nunca mais todo aquele repetitivo repertório imbecil e imbecilizante.
O atordoante duelo de decibéis entre os quiosques 14 e 15 agora é coisa do passado. Não chega mais em mim e não quero mais saber de lutar contra isso. Serei, como as autoridades locais, indiferente à desordem no calçadão. Aquela visão dantesca que os quiosqueiros consideram como promoção turística. Agora, estou livre deles e eles de mim.
A partir de hoje, estou distante dos carros de mala aberta com a pornofonia dos funkeiros. Comprei um barraco de costas para o mar, não muito longe da praia, mas protegido da poluição sonora e do turismo predatório nos finais de semana.
Talvez, um dia, se eu tiver condições, poderei mudar para uma praia mais civilizada, menos alucinada e viver novamente em frente ao mar. Por exemplo, em Garatucaia, Mambucaba, Jabaquara ou qualquer outra praia de Paraty.
Por enquanto, resido em um endereço mais imponente (Avenida Nações Unidas) do que o anterior (Travessa Brasília) e posso abrir portas e janelas para sentir a brisa fresca que, agora, vem da montanha.
Eu, que vim do nada e cheguei a lugar nenhum, um dia – aqui em Muriqui - me orgulhei de ser praiano. Hoje, sinto-me apenas aliviado.
N.L.: quando a Telemar instalar o Velox na nova residência eu voltarei.
O furdunço, agora, é folha morta pra mim. Chupa que é de uva, “rebolation”, beber, cair e levantar, nunca mais.
Nunca mais todo aquele repetitivo repertório imbecil e imbecilizante.
O atordoante duelo de decibéis entre os quiosques 14 e 15 agora é coisa do passado. Não chega mais em mim e não quero mais saber de lutar contra isso. Serei, como as autoridades locais, indiferente à desordem no calçadão. Aquela visão dantesca que os quiosqueiros consideram como promoção turística. Agora, estou livre deles e eles de mim.
A partir de hoje, estou distante dos carros de mala aberta com a pornofonia dos funkeiros. Comprei um barraco de costas para o mar, não muito longe da praia, mas protegido da poluição sonora e do turismo predatório nos finais de semana.
Talvez, um dia, se eu tiver condições, poderei mudar para uma praia mais civilizada, menos alucinada e viver novamente em frente ao mar. Por exemplo, em Garatucaia, Mambucaba, Jabaquara ou qualquer outra praia de Paraty.
Por enquanto, resido em um endereço mais imponente (Avenida Nações Unidas) do que o anterior (Travessa Brasília) e posso abrir portas e janelas para sentir a brisa fresca que, agora, vem da montanha.
Eu, que vim do nada e cheguei a lugar nenhum, um dia – aqui em Muriqui - me orgulhei de ser praiano. Hoje, sinto-me apenas aliviado.
N.L.: quando a Telemar instalar o Velox na nova residência eu voltarei.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
DIA DO ORGULHO HETEROSSEXUAL
Os vereadores paulistanos entraram definitivamente no terreno da galhofa. Criaram o dia do orgulho heterossexual. O PL aprovado é de autoria do vereador Carlos Apolinário (DEM) que o justificou afirmando ser um forma de se manifestar contra os excessos e privilégios da comunidade gay. A data fixada para o “dia do orgulho hétero” é o terceiro domingo de dezembro.
O que eles querem? Que seus eleitores saiam por aí empunhando cartazes e gritando eu sou é homem? Tal como fazia o Ney Matogrosso com seus requebros e trejeitos femininos?
Com muita propriedade, Vinícius disse em uma canção que o homem que diz sou não é, porque quem é mesmo não diz.
Já vi homem gritar para a própria mulher sua qualidade masculina. Ele não sabia que apenas demonstrava o seu machismo.
Sei que o orgulho hétero também se refere às mulheres. Mas, estas já contam com o movimento feminista e ainda lutam para que seus direitos civis e políticos sejam equiparados aos direitos do homem.
O Aurélio diz que orgulho é o sentimento de dignidade pessoal, brio, altivez. É o que um homem ou mulher precisa sentir, não por ser macho ou fêmea, mas sim por seu comportamento digno de um ser humano.
É compreensível que os gays manifestem o seu orgulho e defendam os seus direitos. Tal como as mulheres, foram e ainda são oprimidos, perseguidos, humilhados e assassinados por aqueles que devem estar felizes por agora existir um dia do orgulho hétero.
Como ensinou Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida de suas desigualdades”.
É como disse o Professor Túlio Vianna da Faculdade de Direito da UFMG:
“Toda igualdade jurídica tem que ser pensada a partir de uma perspectiva histórica que reconheça as diferenças políticas existentes entre diversos grupos sociais. Há quem historicamente foi dominado e há quem tenha dominado.
Querer dar a estes grupos tratamento idêntico, desprezando a história de opressão de um e a história de luta e resistência de outro é uma aberração jurídica.
Quando um negro usa a camisa “100% negro, com orgulho”, uma leitura histórica da frase traduz: “faço parte de uma etnia que foi oprimida ao longo da história, mas me orgulho dela e luto para que ela tenha os mesmos direitos das demais”.
Quando um branco usa a camisa “100% branco, com orgulho” uma leitura histórica da frase traduz: “sou racista”.
Quando os homossexuais fazem sua “parada do orgulho gay”, eles manifestam-se por respeito a sua orientação sexual. Quando os heterossexuais fazem uma “parada do orgulho hetero” eles manifestam sua intolerância por orientações sexuais diversas.”
Portanto, o dia do orgulho heterossexual é, na verdade, a mais genuína e fascista paranoia homofóbica.
O que eles querem? Que seus eleitores saiam por aí empunhando cartazes e gritando eu sou é homem? Tal como fazia o Ney Matogrosso com seus requebros e trejeitos femininos?
Com muita propriedade, Vinícius disse em uma canção que o homem que diz sou não é, porque quem é mesmo não diz.
Já vi homem gritar para a própria mulher sua qualidade masculina. Ele não sabia que apenas demonstrava o seu machismo.
Sei que o orgulho hétero também se refere às mulheres. Mas, estas já contam com o movimento feminista e ainda lutam para que seus direitos civis e políticos sejam equiparados aos direitos do homem.
O Aurélio diz que orgulho é o sentimento de dignidade pessoal, brio, altivez. É o que um homem ou mulher precisa sentir, não por ser macho ou fêmea, mas sim por seu comportamento digno de um ser humano.
É compreensível que os gays manifestem o seu orgulho e defendam os seus direitos. Tal como as mulheres, foram e ainda são oprimidos, perseguidos, humilhados e assassinados por aqueles que devem estar felizes por agora existir um dia do orgulho hétero.
Como ensinou Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida de suas desigualdades”.
É como disse o Professor Túlio Vianna da Faculdade de Direito da UFMG:
“Toda igualdade jurídica tem que ser pensada a partir de uma perspectiva histórica que reconheça as diferenças políticas existentes entre diversos grupos sociais. Há quem historicamente foi dominado e há quem tenha dominado.
Querer dar a estes grupos tratamento idêntico, desprezando a história de opressão de um e a história de luta e resistência de outro é uma aberração jurídica.
Quando um negro usa a camisa “100% negro, com orgulho”, uma leitura histórica da frase traduz: “faço parte de uma etnia que foi oprimida ao longo da história, mas me orgulho dela e luto para que ela tenha os mesmos direitos das demais”.
Quando um branco usa a camisa “100% branco, com orgulho” uma leitura histórica da frase traduz: “sou racista”.
Quando os homossexuais fazem sua “parada do orgulho gay”, eles manifestam-se por respeito a sua orientação sexual. Quando os heterossexuais fazem uma “parada do orgulho hetero” eles manifestam sua intolerância por orientações sexuais diversas.”
Portanto, o dia do orgulho heterossexual é, na verdade, a mais genuína e fascista paranoia homofóbica.
MP PROCESSA CONDOMÍNIO DE MANGARATIBA
Lí nos jornais:
“O Ministério Público do Rio de Janeiro ajuizou Ação Civil Pública contra as empresas Porto Real Investimentos S.A e Condomínio Porto Real Resort, localizadas em Conceição de Jacareí, pela prática de irregularidades ambientais no empreendimento imobiliário, situado no Km 64 da Rio-Santos. O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) também foi apontado como responsável pelas irregularidades na ação.
Entre as intervenções ambientais indevidas listadas pelo MP estão a supressão irregular de vegetação, remoção de vegetação de floresta em Área de Preservação Permanente (APP), ocupação e construção em faixa marginal em APP e desvio e canalização irregular de curso d’água.
A empresa deve ser condenada a remover ou demolir todas as intervenções, obras e serviços reconhecidos como irregulares/ilegais. Além disso, o condomínio e o Inea terão de reconstituir todo o ecossistema lesado. Não sendo possível a recuperação, serão obrigados a compensá-lo. Os danos ambientais irreparáveis decorrentes das intervenções irregulares são passíveis também de indenização.
O MP considerou grave a existência de vícios no procedimento de licenciamento ambiental pelo INEA. Entre eles, o fato de o instituto negar a existência de áreas de preservação permanente em determinada parte do licenciamento, ao contrário do que foi constatado pelos técnicos do Grupo de Apoio Técnico Especializado do MPRJ. Inquérito Civil Público foi instaurado em 2009 pela Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, Núcleo Angra dos Reis, para apurar as possíveis irregularidades.
Liminarmente, o MP requereu que o Inea seja impedido de conceder qualquer renovação ou autorização/licença à empresa responsável, sob pena de multa diária não inferior a R$ 20 mil."
Palmas para o Ministério Público, o último refúgio para todos os injustiçados, legítimo representante de todo o povo e verdadeiro mantenedor do império da Lei.
E nossos vereadores que têm o dever de fiscalizar o que ocorre no Município, o que fizeram? E o PV de Mangaratiba que deveria lutar pela preservação de nosso meio ambiente, o que fez?
“O Ministério Público do Rio de Janeiro ajuizou Ação Civil Pública contra as empresas Porto Real Investimentos S.A e Condomínio Porto Real Resort, localizadas em Conceição de Jacareí, pela prática de irregularidades ambientais no empreendimento imobiliário, situado no Km 64 da Rio-Santos. O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) também foi apontado como responsável pelas irregularidades na ação.
Entre as intervenções ambientais indevidas listadas pelo MP estão a supressão irregular de vegetação, remoção de vegetação de floresta em Área de Preservação Permanente (APP), ocupação e construção em faixa marginal em APP e desvio e canalização irregular de curso d’água.
A empresa deve ser condenada a remover ou demolir todas as intervenções, obras e serviços reconhecidos como irregulares/ilegais. Além disso, o condomínio e o Inea terão de reconstituir todo o ecossistema lesado. Não sendo possível a recuperação, serão obrigados a compensá-lo. Os danos ambientais irreparáveis decorrentes das intervenções irregulares são passíveis também de indenização.
O MP considerou grave a existência de vícios no procedimento de licenciamento ambiental pelo INEA. Entre eles, o fato de o instituto negar a existência de áreas de preservação permanente em determinada parte do licenciamento, ao contrário do que foi constatado pelos técnicos do Grupo de Apoio Técnico Especializado do MPRJ. Inquérito Civil Público foi instaurado em 2009 pela Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, Núcleo Angra dos Reis, para apurar as possíveis irregularidades.
Liminarmente, o MP requereu que o Inea seja impedido de conceder qualquer renovação ou autorização/licença à empresa responsável, sob pena de multa diária não inferior a R$ 20 mil."
Palmas para o Ministério Público, o último refúgio para todos os injustiçados, legítimo representante de todo o povo e verdadeiro mantenedor do império da Lei.
E nossos vereadores que têm o dever de fiscalizar o que ocorre no Município, o que fizeram? E o PV de Mangaratiba que deveria lutar pela preservação de nosso meio ambiente, o que fez?
sábado, 30 de julho de 2011
A SEGURANÇA E SEU CONSELHO COMUNITÁRIO
Li no site da Prefeitura:
“Foi realizada terça-feira, dia 26, mais uma edição do Café Comunitário do Conselho de Segurança de Mangaratiba. O objetivo desses encontros é debater o assunto segurança entre autoridades e população. Estiveram presentes a delegada da 165º DP de Mangaratiba, Valéria de Castro, os secretários de Segurança, Otávio Seiler, e de Educação, Vânia Nunes; o presidente do Conselho de Segurança, Dimas Lindo, representantes da Capitania dos Portos, Polícia Militar, Conselho Tutelar, Defensoria Pública e associações de moradores.”
Se foi mais uma, significa que não foi a primeira. Quantas e onde foram realizadas, eu não sei. Não tomei conhecimento de nenhuma informação antes ou após as reuniões. Parece até que não querem a presença do povo nesses eventos.
No relato da Prefeitura, soube que foram abordados os seguintes temas: as invasões e o crescimento da cidade, a iluminação pública, o ordenamento de embarcações espalhadas pelas praias da cidade, o consumo de bebidas alcoólicas e drogas por menores de idade e o abuso sexual.
O secretário Otávio Seiler ressaltou os investimentos da prefeitura na área: “Acabamos de receber mais oito viaturas que vão nos ajudar muito a patrulhar a cidade. Estamos investindo também em capacitação e na nova sede da guarda, para que o serviço prestado à população seja o melhor possível”.
Dimas Lindo fez coro às palavras do secretário: “Já estamos vendo os resultados aparecerem, mas a população tem que participar mais, é aqui que podemos expor os problemas da cidade para que as autoridades possam tomar medidas para resolvê-los”.
A secretária de educação disse que o crescimento do município está refletindo diretamente na comunidade escolar. “Mangaratiba está absorvendo problemas que vêm de fora. Muita gente está vindo morar aqui e são famílias desestruturadas social e economicamente, e o resultado disso culmina na escola. O grande número de adolescentes embriagados nas festas da cidade também é um caso sério. Tem que haver uma maior consciência por parte dos comerciantes da cidade, porque a polícia e o Conselho Tutelar não podem estar em todos os locais ao mesmo tempo”.
Para a delegada Valéria de Castro, esses encontros são importantes porque “Muita coisa que acontece no município nós ficamos sabendo aqui e a partir disso planejamos nossas estratégias de ação. Queria lembrar que a polícia sozinha não consegue resolver todos os problemas e é por isso que precisamos da população do nosso lado, identificando e denunciando”.
Incrível, a polícia somente sabe das coisas nas reuniões do Conselho Comunitário de Segurança. O Dimas Lindo diz que já estamos vendo resultados e que a população tem que participar mais. Que resultados e como participar se a população não é informada sobre local e hora das reuniões?
Se a delegada e o presidente do Conselho dessem uma espiada no Orkut “Mangaratiba sem prefeito” – uma comunidade plena de insensatez cuja maioria é composta de “fakes” esquizofrênicos e bisonhos sem qualquer senso de ridículo, mas frequentada também por algumas poucas pessoas sadias – veriam o que disse Quirino Souza:
“Em Muriqui já ocorrem assaltos com característica profissional como na festa junina numa residência próxima à Praça dos Evangélicos em que todos os participantes foram roubados.
O maior problema em Muriqui são os ladrãozinhos de plantão super-reconhecidos como o neto da comerciante dona de bar na praia, o filho do açougueiro e o filho do fiscal de obras. Não cito os nomes para evitar constrangimentos para os familiares, pois sou amigo de um destes pais e reconheço que o mesmo sofre por não ter forças nem apoio para enfrentar o problema com a guerra de tóxico em que seu filho se envolveu.
Quase diariamente, uma casa é arrombada por esses garotos que, entre as 16 e 17 horas, vão pela linha do trem, pelo pontilhão, comprar tóxico em um ponto de venda próxima à linha férrea na Pedreira e, após o consumo da droga, ameaçam e assaltam mulheres, velhos e crianças que precisam passar nas imediações do pontilhão. Isso ocorre todos os dias, sem exceção, e, como não há repressão, já partiram para roubar o comércio; como, por exemplo, o bar do Jorge, o açougue e o quiosque do Marquinhos na Praça dos Skates.
Próximo à pousada das Andorinhas, os assaltos a idosos são diários. Todo mundo conhece esses fatos e nada acontece. Roubaram até o carro do filho de um segurança do prefeito.
Os locais de venda de tóxicos, como Poção, Poço da Sereia, Pedreira, escadão do morro da Encrenca e orla são conhecidos há mais de dois anos.
Se houver interesse da PM, será muito fácil solucionar 80% dos problemas, pois os assaltantes, vendedores e pontos de venda são todos conhecidos.”
Já o Pimenta disse o seguinte: “Domingo passado, Mangaratiba foi tomada por um arrastão que se extendeu por vários pontos da cidade. Na praia da Ribeira, por exemplo, invadiram uma residência e levaram vários pertences. Prá completar, roubaram a moto de um morador.”
Tem mais. O Hebert Fronape diz que: “Um dos meliantes chamado Charlinho foi preso pela PM. Sua avó pagou a fiança de R$ 1.500,00 e ele foi solto. Hoje pela manhã, ele passou com um aparelho de DVD desembrulhado e logo a seguir passou o filho do açougueiro ali em frente ao bar do Edinho. Estes caras estão infernizando Muriqui, compram drogas à vontade próximo à Pedreira.”
Agora, falo eu. E a delegada não sabe de nada? Não conhece os locais dos pontos de venda de tóxico? Nem seus comandados conhecem? Não sabe quantas já aprontou esse tipo nefasto que é o Charlinho? E quantas vezes já foi preso e solto pela avó? Creio que ele já tem mais de 18 anos, senão por que não o internam no Instituto Padre Severino? Vai sair de lá pior do que é? Pelo menos, Muriqui terá uma temporada livre deste elemento nocivo.
Ora! Dra. Valéria, por favor, assuma a sua responsabilidade com determinação e ponha a polícia pra trabalhar.
Dr. Otávio, a Guarda Municipal com as novas viaturas e seus mais de trezentos agentes vai atuar na prevenção dos delitos ou vai apenas proteger o patrimônio municipal e atuar no trânsito? O governo passado afirmava erroneamente que segurança é responsabilidade exclusiva das polícias civil e militar. O maior patrimônio municipal é a tranquilidade de seus habitantes.
E você, Dimas Lindo, quando vai promover com antecedência as reuniões do Conselho para que a gente possa participar?
“Foi realizada terça-feira, dia 26, mais uma edição do Café Comunitário do Conselho de Segurança de Mangaratiba. O objetivo desses encontros é debater o assunto segurança entre autoridades e população. Estiveram presentes a delegada da 165º DP de Mangaratiba, Valéria de Castro, os secretários de Segurança, Otávio Seiler, e de Educação, Vânia Nunes; o presidente do Conselho de Segurança, Dimas Lindo, representantes da Capitania dos Portos, Polícia Militar, Conselho Tutelar, Defensoria Pública e associações de moradores.”
Se foi mais uma, significa que não foi a primeira. Quantas e onde foram realizadas, eu não sei. Não tomei conhecimento de nenhuma informação antes ou após as reuniões. Parece até que não querem a presença do povo nesses eventos.
No relato da Prefeitura, soube que foram abordados os seguintes temas: as invasões e o crescimento da cidade, a iluminação pública, o ordenamento de embarcações espalhadas pelas praias da cidade, o consumo de bebidas alcoólicas e drogas por menores de idade e o abuso sexual.
O secretário Otávio Seiler ressaltou os investimentos da prefeitura na área: “Acabamos de receber mais oito viaturas que vão nos ajudar muito a patrulhar a cidade. Estamos investindo também em capacitação e na nova sede da guarda, para que o serviço prestado à população seja o melhor possível”.
Dimas Lindo fez coro às palavras do secretário: “Já estamos vendo os resultados aparecerem, mas a população tem que participar mais, é aqui que podemos expor os problemas da cidade para que as autoridades possam tomar medidas para resolvê-los”.
A secretária de educação disse que o crescimento do município está refletindo diretamente na comunidade escolar. “Mangaratiba está absorvendo problemas que vêm de fora. Muita gente está vindo morar aqui e são famílias desestruturadas social e economicamente, e o resultado disso culmina na escola. O grande número de adolescentes embriagados nas festas da cidade também é um caso sério. Tem que haver uma maior consciência por parte dos comerciantes da cidade, porque a polícia e o Conselho Tutelar não podem estar em todos os locais ao mesmo tempo”.
Para a delegada Valéria de Castro, esses encontros são importantes porque “Muita coisa que acontece no município nós ficamos sabendo aqui e a partir disso planejamos nossas estratégias de ação. Queria lembrar que a polícia sozinha não consegue resolver todos os problemas e é por isso que precisamos da população do nosso lado, identificando e denunciando”.
Incrível, a polícia somente sabe das coisas nas reuniões do Conselho Comunitário de Segurança. O Dimas Lindo diz que já estamos vendo resultados e que a população tem que participar mais. Que resultados e como participar se a população não é informada sobre local e hora das reuniões?
Se a delegada e o presidente do Conselho dessem uma espiada no Orkut “Mangaratiba sem prefeito” – uma comunidade plena de insensatez cuja maioria é composta de “fakes” esquizofrênicos e bisonhos sem qualquer senso de ridículo, mas frequentada também por algumas poucas pessoas sadias – veriam o que disse Quirino Souza:
“Em Muriqui já ocorrem assaltos com característica profissional como na festa junina numa residência próxima à Praça dos Evangélicos em que todos os participantes foram roubados.
O maior problema em Muriqui são os ladrãozinhos de plantão super-reconhecidos como o neto da comerciante dona de bar na praia, o filho do açougueiro e o filho do fiscal de obras. Não cito os nomes para evitar constrangimentos para os familiares, pois sou amigo de um destes pais e reconheço que o mesmo sofre por não ter forças nem apoio para enfrentar o problema com a guerra de tóxico em que seu filho se envolveu.
Quase diariamente, uma casa é arrombada por esses garotos que, entre as 16 e 17 horas, vão pela linha do trem, pelo pontilhão, comprar tóxico em um ponto de venda próxima à linha férrea na Pedreira e, após o consumo da droga, ameaçam e assaltam mulheres, velhos e crianças que precisam passar nas imediações do pontilhão. Isso ocorre todos os dias, sem exceção, e, como não há repressão, já partiram para roubar o comércio; como, por exemplo, o bar do Jorge, o açougue e o quiosque do Marquinhos na Praça dos Skates.
Próximo à pousada das Andorinhas, os assaltos a idosos são diários. Todo mundo conhece esses fatos e nada acontece. Roubaram até o carro do filho de um segurança do prefeito.
Os locais de venda de tóxicos, como Poção, Poço da Sereia, Pedreira, escadão do morro da Encrenca e orla são conhecidos há mais de dois anos.
Se houver interesse da PM, será muito fácil solucionar 80% dos problemas, pois os assaltantes, vendedores e pontos de venda são todos conhecidos.”
Já o Pimenta disse o seguinte: “Domingo passado, Mangaratiba foi tomada por um arrastão que se extendeu por vários pontos da cidade. Na praia da Ribeira, por exemplo, invadiram uma residência e levaram vários pertences. Prá completar, roubaram a moto de um morador.”
Tem mais. O Hebert Fronape diz que: “Um dos meliantes chamado Charlinho foi preso pela PM. Sua avó pagou a fiança de R$ 1.500,00 e ele foi solto. Hoje pela manhã, ele passou com um aparelho de DVD desembrulhado e logo a seguir passou o filho do açougueiro ali em frente ao bar do Edinho. Estes caras estão infernizando Muriqui, compram drogas à vontade próximo à Pedreira.”
Agora, falo eu. E a delegada não sabe de nada? Não conhece os locais dos pontos de venda de tóxico? Nem seus comandados conhecem? Não sabe quantas já aprontou esse tipo nefasto que é o Charlinho? E quantas vezes já foi preso e solto pela avó? Creio que ele já tem mais de 18 anos, senão por que não o internam no Instituto Padre Severino? Vai sair de lá pior do que é? Pelo menos, Muriqui terá uma temporada livre deste elemento nocivo.
Ora! Dra. Valéria, por favor, assuma a sua responsabilidade com determinação e ponha a polícia pra trabalhar.
Dr. Otávio, a Guarda Municipal com as novas viaturas e seus mais de trezentos agentes vai atuar na prevenção dos delitos ou vai apenas proteger o patrimônio municipal e atuar no trânsito? O governo passado afirmava erroneamente que segurança é responsabilidade exclusiva das polícias civil e militar. O maior patrimônio municipal é a tranquilidade de seus habitantes.
E você, Dimas Lindo, quando vai promover com antecedência as reuniões do Conselho para que a gente possa participar?
quinta-feira, 28 de julho de 2011
FUTEBOL DE ANTIGAMENTE
Eu agora sou Flamengo. Depois do jogo de ontem, e pelo menos enquanto o Fred for titular no ataque do Fluminense, eu sou Famengo. Afinal, o Flamengo é filho do Fluminense.
Foi sensacional, voltei a assistir uma partida de futebol. Futebol de verdade. Santos três a zero com pouco mais de vinte minutos de jogo. Três a três no primeiro tempo e Flamengo cinco a quatro no final. Houve de tudo: além dos nove gols, gols e pênalti perdidos, gol do Flamengo anulado indevidamente, poucas faltas, jogadas mirabolantes como somente o Pelé fazia, a bola rolando o tempo todo. E um placar fantástico para uma partida épica.
Neymar melhorou aquele penteado ridículo e jogou como nunca. Fez um gol que somente Pelé no auge poderia fazer. Ronaldinho voltou a ser o que foi um dia, fez três gols, um de falta como nunca vi ninguém bater daquela forma. Inteligente, sabendo que a barreira pularia, chutou rasteiro no canto.
Muricy, que não deixou o Tiago Neves voltar ao Fluminense, preferindo o Souza, viu o craque desmontar a defesa do Santos. Aquela mesma defesa que os “abalizados comentaristas” diziam que ele tinha armado com tanta eficiência.
Os “abalizados” ficaram petrificados com o que viam. Nem puderam falar de táticas e esquemas de jogo. O verdadeiro futebol calou a boca de todos.
Eu que vi jogarem Heleno de Freitas, Domingos da Guia, Zizinho, Didi, Gerson. Eu que tantas vezes me maravilhei com o Santos de Pelé, Coutinho, Zito; com o Flamengo de Zico, Adílio, Dequinha, Andrade; com o Botafogo de Garrincha, Nilton Santos; com o Vasco de Danilo, Ipojucan, Ademir; voltei a me maravilhar com uma partida de futebol.
Agora, sou Flamengo: o campeão brasileiro de 2011.
Foi sensacional, voltei a assistir uma partida de futebol. Futebol de verdade. Santos três a zero com pouco mais de vinte minutos de jogo. Três a três no primeiro tempo e Flamengo cinco a quatro no final. Houve de tudo: além dos nove gols, gols e pênalti perdidos, gol do Flamengo anulado indevidamente, poucas faltas, jogadas mirabolantes como somente o Pelé fazia, a bola rolando o tempo todo. E um placar fantástico para uma partida épica.
Neymar melhorou aquele penteado ridículo e jogou como nunca. Fez um gol que somente Pelé no auge poderia fazer. Ronaldinho voltou a ser o que foi um dia, fez três gols, um de falta como nunca vi ninguém bater daquela forma. Inteligente, sabendo que a barreira pularia, chutou rasteiro no canto.
Muricy, que não deixou o Tiago Neves voltar ao Fluminense, preferindo o Souza, viu o craque desmontar a defesa do Santos. Aquela mesma defesa que os “abalizados comentaristas” diziam que ele tinha armado com tanta eficiência.
Os “abalizados” ficaram petrificados com o que viam. Nem puderam falar de táticas e esquemas de jogo. O verdadeiro futebol calou a boca de todos.
Eu que vi jogarem Heleno de Freitas, Domingos da Guia, Zizinho, Didi, Gerson. Eu que tantas vezes me maravilhei com o Santos de Pelé, Coutinho, Zito; com o Flamengo de Zico, Adílio, Dequinha, Andrade; com o Botafogo de Garrincha, Nilton Santos; com o Vasco de Danilo, Ipojucan, Ademir; voltei a me maravilhar com uma partida de futebol.
Agora, sou Flamengo: o campeão brasileiro de 2011.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
CARTAS MAL EDUCADAS
Um agente fidedigno do meu “serviço municipal de informações” relatou-me o seguinte:
Acontece que recebi cópia de uma carta aberta assinada pela diretora demitida e outra, sem assinatura, dirigida à população que termina assim: "PREFEITO CAPIXABA, ACORDA! ISTO QUE A SUA SECRETARIA VANIA NUNES ESTA FAZENDO É PERSEGUIÇÃO POLÍTICA! E
ISTO É CRIME!"
Acontece que as duas cartas contêm os mesmos erros gramaticais e parecem ter sido escritas pela mesma pessoa. É isto que me faz escrever sobre o assunto.
Mas, antes de abordar a questão da norma culta, quero ressaltar que cargo de confiança é exatamente o que isto quer dizer. A pessoa assume o cargo porque tem a confiança de quem a nomeia. Quando a confiança é perdida, a pessoa é demitida. Simples assim.
Se fosse perseguição política, a diretora teria sido demitida logo após o prefeito Capixaba assumir o governo ou a professora Vânia assumir a secretaria de educação.
Portanto, não é como diz a carta à população ou como insinua a carta aberta da diretora demitida. Nem é como disse o Adriano em comentário neste blog: “O Capixaba não pode terminar o seu mandato em Mangaratiba. Ele está exonerando funcionários por terem contato com amigos do Aarão. Onde está a democracia?”
Ao Adriano, eu respondi que: “Além de radicalizar, você promove uma fofoca sem qualquer credibilidade. Se fosse verdade, o Capixaba teria que exonerar todos - eu disse todos - os servidores municipais efetivos, nomeados e contratados. Até o meu amigo Humberto ia dançar.”
As cartas circulares fazem suposições excêntricas e parecem ter sido escritas pela mesma pessoa, pois os erros gramaticais se repetem.
Na carta aberta da diretora e na outra para a população, encontro os seguintes erros inadmissíveis para uma professora: uma pontuação horrorosa, ausência de concordância em gênero e número, sujeito separado do predicado por vírgula, ausência de crase onde é obrigatória (parece que a crase não existe para a diretora), porque com acento (porquê) quando não é devido, verbo conjugado quando deveria estar no infinitivo, verbo no singular com sujeito no plural.
Chega ou querem mais? Tudo isto cometido por uma professora e diretora de escola é um absurdo. Sugiro à mestra que leia duas postagens que fiz em junho, uma sobre a crase e outra sobre o porquê dos porquês.
Absurdo também é tentar jogar a população contra o poder constituído. É dizer que a população está indignada com tanta covardia e burrice da secretária Vânia. É abordar particularidades familiares como o namoro da filha com o Pedro.
Pelo que sei, a diretora em questão foi pedir permissão à Mônica para a filha continuar o namoro após o Capixaba se desligar do Aarão. Quando o Pedro soube disso, ele terminou o namoro.
As cartas circulares terminam ainda com outros absurdos: hipóteses extravagantes e sórdidas insinuações que não mais permitem uma conciliação que teria sido um final feliz para um desacordo entre pessoas formadas, educadas e que deveriam ter os mesmos objetivos.
Entretanto, o arrebatado e provinciano apego ao cargo foi capaz de dar uma tremenda rasteira na educação.
“Cheguei à festa da E.M. Adalberto Pereira Pinto, em Itacurubitiba, antes da Secretária de Educação, professora Vânia Nunes. Logo no início da festa, a Mônica (ex-secretária de educação e ex-primeira dama do município) chegou com seu cortejo político, Lúcia do Shay, Patrícia, Rosângela do Sahy e outros.O leitor pode me questionar por que estou me intrometendo neste assunto – demissão de cargo de confiança - que nunca foi da alçada deste famigerado blog.
Lembro que todos foram atuantes na política como cabos eleitorais do Aarão e/ou do Gustavo.
De fato, a diretora da escola - professora Sônia Regina de Oliveira Barbosa - escolheu um lugar de destaque para a Mônica, apresentou-a às pessoas presentes e incentivou as honrarias.
Talvez, elas não esperassem a Vânia, pois esta não havia confirmado presença.
Quando a Vânia chegou, pintou um clima estranho, uma tremenda saia justa. Ela foi, então, acomodada em local nada relevante. A Mônica logo se retirou com seu séquito.
A Vânia ficou ainda algum tempo e depois foi embora.
A diretora esqueceu de contar em sua carta aberta que estavam vendendo bebida alcoólica na festa, fato que desagradou a secretária Vânia.
Esqueceu também de dizer que, fora da escola, quando a Mônica e sua comitiva política se despediam, ela pedia desculpas pelo que havia acontecido, como se a presença da secretária atual é que não fosse apropriada.”
Acontece que recebi cópia de uma carta aberta assinada pela diretora demitida e outra, sem assinatura, dirigida à população que termina assim: "PREFEITO CAPIXABA, ACORDA! ISTO QUE A SUA SECRETARIA VANIA NUNES ESTA FAZENDO É PERSEGUIÇÃO POLÍTICA! E
ISTO É CRIME!"
Acontece que as duas cartas contêm os mesmos erros gramaticais e parecem ter sido escritas pela mesma pessoa. É isto que me faz escrever sobre o assunto.
Mas, antes de abordar a questão da norma culta, quero ressaltar que cargo de confiança é exatamente o que isto quer dizer. A pessoa assume o cargo porque tem a confiança de quem a nomeia. Quando a confiança é perdida, a pessoa é demitida. Simples assim.
Se fosse perseguição política, a diretora teria sido demitida logo após o prefeito Capixaba assumir o governo ou a professora Vânia assumir a secretaria de educação.
Portanto, não é como diz a carta à população ou como insinua a carta aberta da diretora demitida. Nem é como disse o Adriano em comentário neste blog: “O Capixaba não pode terminar o seu mandato em Mangaratiba. Ele está exonerando funcionários por terem contato com amigos do Aarão. Onde está a democracia?”
Ao Adriano, eu respondi que: “Além de radicalizar, você promove uma fofoca sem qualquer credibilidade. Se fosse verdade, o Capixaba teria que exonerar todos - eu disse todos - os servidores municipais efetivos, nomeados e contratados. Até o meu amigo Humberto ia dançar.”
As cartas circulares fazem suposições excêntricas e parecem ter sido escritas pela mesma pessoa, pois os erros gramaticais se repetem.
Na carta aberta da diretora e na outra para a população, encontro os seguintes erros inadmissíveis para uma professora: uma pontuação horrorosa, ausência de concordância em gênero e número, sujeito separado do predicado por vírgula, ausência de crase onde é obrigatória (parece que a crase não existe para a diretora), porque com acento (porquê) quando não é devido, verbo conjugado quando deveria estar no infinitivo, verbo no singular com sujeito no plural.
Chega ou querem mais? Tudo isto cometido por uma professora e diretora de escola é um absurdo. Sugiro à mestra que leia duas postagens que fiz em junho, uma sobre a crase e outra sobre o porquê dos porquês.
Absurdo também é tentar jogar a população contra o poder constituído. É dizer que a população está indignada com tanta covardia e burrice da secretária Vânia. É abordar particularidades familiares como o namoro da filha com o Pedro.
Pelo que sei, a diretora em questão foi pedir permissão à Mônica para a filha continuar o namoro após o Capixaba se desligar do Aarão. Quando o Pedro soube disso, ele terminou o namoro.
As cartas circulares terminam ainda com outros absurdos: hipóteses extravagantes e sórdidas insinuações que não mais permitem uma conciliação que teria sido um final feliz para um desacordo entre pessoas formadas, educadas e que deveriam ter os mesmos objetivos.
Entretanto, o arrebatado e provinciano apego ao cargo foi capaz de dar uma tremenda rasteira na educação.
RISCO HOSPITALAR
Em 29/10/2010. eu escrevi neste já famigerado blog:
O Globo publica, hoje, que milhões de pessoas morrem todos os anos em decorrência de erros médicos e infecções adquiridas em hospitais. E que, diante dessa situação, a OMS afirmou nesta quinta-feira que “Receber atendimento em qualquer hospital do mundo é mais arriscado do que viajar de avião”.
“Se você for internado em um hospital, em qualquer país, sua chance de pegar uma infecção é de uma em dez. Já a chance de morrer devido a um erro médico seria de uma em 300” - disse Liam Donaldson, recém-nomeado responsável pela segurança do paciente na OMS.
A título de comparação, de acordo com Donaldson, o risco de um passageiro morrer numa viagem aérea é de cerca de um em dez milhões. “Isso mostra que a assistência à saúde no mundo todo ainda tem um longo caminho a percorrer” - completou.
Segundo a OMS, de cada cem hospitalizados, sete pacientes em países desenvolvidos e dez em países em desenvolvimento vão adquirir ao menos uma infecção. A diferença, de acordo com a OMS, não é muito grande entre o que ocorre em Mangaratiba e qualquer cidade escandinava. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem de infecções em decorrência de atendimento médico hospitalar.
Portanto, amigos, cuide você mesmo da sua saúde, médico é para cuidar de doenças.
Eu disse doenças: resfriado, tosse, nariz entupido ou escorrendo, prisão de ventre, diarreia, dor de barriga, bicho de pé, “espinhela caída”, “pulso aberto”, joelho ralado, dor de cabeça, corte no dedo, unha encravada, terçol, trate em casa mesmo.
E quando faltar ao trabalho, enfrente o chefe com galhardia e não procure o posto de saúde em busca de um atestado médico.
Sabe o que acontecerá a médio prazo? Será o fim das filas de consulta médica em hospitais e postos de saúde. Médicos e enfermeiros terão mais tempo e poderão dedicar-se melhor a quem de fato precisa: o doente.
E teremos todos mais e melhor atendimento à saúde.
Repito: hospital somente quando não puder ir com suas próprias pernas.
“Evite hospitais, um antro de ar poluído com todo tipo de bactérias. Hospital somente quando não puder ir com suas próprias pernas. Se precisar, tente um posto de saúde. Mas, só mesmo quando precisar de fato.”Fui criticado por isto, mas, agora, eu tenho o respaldo da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Globo publica, hoje, que milhões de pessoas morrem todos os anos em decorrência de erros médicos e infecções adquiridas em hospitais. E que, diante dessa situação, a OMS afirmou nesta quinta-feira que “Receber atendimento em qualquer hospital do mundo é mais arriscado do que viajar de avião”.
“Se você for internado em um hospital, em qualquer país, sua chance de pegar uma infecção é de uma em dez. Já a chance de morrer devido a um erro médico seria de uma em 300” - disse Liam Donaldson, recém-nomeado responsável pela segurança do paciente na OMS.
A título de comparação, de acordo com Donaldson, o risco de um passageiro morrer numa viagem aérea é de cerca de um em dez milhões. “Isso mostra que a assistência à saúde no mundo todo ainda tem um longo caminho a percorrer” - completou.
Segundo a OMS, de cada cem hospitalizados, sete pacientes em países desenvolvidos e dez em países em desenvolvimento vão adquirir ao menos uma infecção. A diferença, de acordo com a OMS, não é muito grande entre o que ocorre em Mangaratiba e qualquer cidade escandinava. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem de infecções em decorrência de atendimento médico hospitalar.
Portanto, amigos, cuide você mesmo da sua saúde, médico é para cuidar de doenças.
Eu disse doenças: resfriado, tosse, nariz entupido ou escorrendo, prisão de ventre, diarreia, dor de barriga, bicho de pé, “espinhela caída”, “pulso aberto”, joelho ralado, dor de cabeça, corte no dedo, unha encravada, terçol, trate em casa mesmo.
E quando faltar ao trabalho, enfrente o chefe com galhardia e não procure o posto de saúde em busca de um atestado médico.
Sabe o que acontecerá a médio prazo? Será o fim das filas de consulta médica em hospitais e postos de saúde. Médicos e enfermeiros terão mais tempo e poderão dedicar-se melhor a quem de fato precisa: o doente.
E teremos todos mais e melhor atendimento à saúde.
Repito: hospital somente quando não puder ir com suas próprias pernas.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
ANDRÉIA DO CHARLINHO É CASSADA
Na sessão plenária de hoje, dia 14, sob a presidência do desembargador Luiz Zveiter, o TRE cassou o mandato de Andréia Cristina Marcello Busatto, a Andréia do Charlinho (PDT).
A Corte tornou Andréia inelegível pelo prazo de oito anos, assim como o seu marido, prefeito de Itaguaí, Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (PMDB).
Eles foram acusados de abuso do poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Ficou comprovado no processo, no qual o juiz Antonio Augusto foi relator, que houve coação de servidores para participar da campanha da candidata Andréia à ALERJ na eleição do ano passado, como também apoio financeiro a periódico local com a mesma finalidade eleitoreira.
Assim como no julgamento anterior, em que o também deputado estadual Domingos Brazão foi cassado, a Corte irá oficiar a decisão judicial à ALERJ para que seja declarada a vacância do cargo da deputada e empossado o suplente.
Assim, terminam as especulações sobre a possível candidatura de Andréia a prefeita de Mangaratiba em 2012.
Agora, a reeleição de Capixaba fica dependente apenas de sua própria capacidade em fazer um bom governo nos próximos quatorze meses e meio.
A Corte tornou Andréia inelegível pelo prazo de oito anos, assim como o seu marido, prefeito de Itaguaí, Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (PMDB).
Eles foram acusados de abuso do poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Ficou comprovado no processo, no qual o juiz Antonio Augusto foi relator, que houve coação de servidores para participar da campanha da candidata Andréia à ALERJ na eleição do ano passado, como também apoio financeiro a periódico local com a mesma finalidade eleitoreira.
Assim como no julgamento anterior, em que o também deputado estadual Domingos Brazão foi cassado, a Corte irá oficiar a decisão judicial à ALERJ para que seja declarada a vacância do cargo da deputada e empossado o suplente.
Assim, terminam as especulações sobre a possível candidatura de Andréia a prefeita de Mangaratiba em 2012.
Agora, a reeleição de Capixaba fica dependente apenas de sua própria capacidade em fazer um bom governo nos próximos quatorze meses e meio.
N.L.: Andréia
entrou com ação cautelar, com pedido de medida liminar, objetivando suspender a
eficácia do julgamento proferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de
Janeiro na AIJE nº 18-04-2011.
Vai apenas protelar uma decisão inexorável.
Vai apenas protelar uma decisão inexorável.
CÂMARA APROVA REFIS
A Câmara Municipal de Mangaratiba aprovou esta semana a Lei que estabelece o programa de Recuperação Fiscal do Município de Mangaratiba (Refis) que objetiva zerar a dívida dos contribuintes.
Com a implantação da Lei, os contribuintes em débito com a prefeitura poderão pagar suas dívidas sem juros e multas em até quatro prestações. Quem preferir pagar em até 60 meses também terá uma redução substancial de multas e juros.
“É um incentivo para todos. E a prefeitura terá uma arrecadação maior para investir em saúde, educação, obras e demais setores. Eu não conheço nenhuma cidade que tenha feito algo parecido”, disse o novo Secretário de Fazenda e Finanças que estuda a possibilidade de sortear dois carros no fim deste ano para os contribuintes que aderirem ao Refis e aos que estão em dia com seus impostos.
Geraldo Alan Silveira Junior (foto) – morador de Mangaratiba que já exerceu a mesma função em gestão anterior – assumiu a secretaria com a responsabilidade de aumentar a arrecadação da Cidade.
Outra ação anunciada por Alan será a implantação de uma comissão de profissionais com registro no CREA capacitada na avaliação de imóveis para a apuração do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).
Atualmente, um imóvel é vendido por uma quantia e registrada por outra bem menor para que o comprador possa pagar menos imposto.
Só espero que ele não faça uma revisão nas transações imobiliárias anteriores. Se fizer, eu quebro a cara.
Com a implantação da Lei, os contribuintes em débito com a prefeitura poderão pagar suas dívidas sem juros e multas em até quatro prestações. Quem preferir pagar em até 60 meses também terá uma redução substancial de multas e juros.
“É um incentivo para todos. E a prefeitura terá uma arrecadação maior para investir em saúde, educação, obras e demais setores. Eu não conheço nenhuma cidade que tenha feito algo parecido”, disse o novo Secretário de Fazenda e Finanças que estuda a possibilidade de sortear dois carros no fim deste ano para os contribuintes que aderirem ao Refis e aos que estão em dia com seus impostos.
Geraldo Alan Silveira Junior (foto) – morador de Mangaratiba que já exerceu a mesma função em gestão anterior – assumiu a secretaria com a responsabilidade de aumentar a arrecadação da Cidade.
Outra ação anunciada por Alan será a implantação de uma comissão de profissionais com registro no CREA capacitada na avaliação de imóveis para a apuração do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).
Atualmente, um imóvel é vendido por uma quantia e registrada por outra bem menor para que o comprador possa pagar menos imposto.
Só espero que ele não faça uma revisão nas transações imobiliárias anteriores. Se fizer, eu quebro a cara.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
DIA MUNDIAL DO ROCK
É hoje, 13 de julho. Lembro do tempo em que os jovens, como eu, amavam os Beatles e o Elvis Presley. Um tempo em que tínhamos bom gosto e nos divertíamos ao som da boa música.
E me pergunto: o que terá acontecido com a mente da nossa juventude funkeira? Devia estar toda ela em uma "Jailhouse rock". Eu peço "Help" e que ela fique longe de mim.
Aos roqueiros como eu: "I want to hold your hand". Vocês estarão "Always on my mind" e em meu coração.
Jailhouse rock
Help
E de lambuja (ou lambujem) Little Richard e Bill Haley.
Tutti Frutti
E me pergunto: o que terá acontecido com a mente da nossa juventude funkeira? Devia estar toda ela em uma "Jailhouse rock". Eu peço "Help" e que ela fique longe de mim.
Aos roqueiros como eu: "I want to hold your hand". Vocês estarão "Always on my mind" e em meu coração.
Jailhouse rock
Help
I want to hold your hand
Always on my mind
E de lambuja (ou lambujem) Little Richard e Bill Haley.
Tutti Frutti
Rock around the clock
segunda-feira, 11 de julho de 2011
COMENTÁRIOS
Volto da FLIP e encontro estes dois comentários na postagem que fiz sobre a convocação do vereador doutor repleta de erros de português. O cara confunde a bunda com as calças.
Mas, não desse tipo que é mais apropriado para uma fossa séptica do Orkut onde participantes se ofendem mutuamente e acusam, sem qualquer prova, todos os escalões do governo pelas maiores indignidades e falcatruas.
Nestes dois pequenos comentários, um anônimo chama o Capixaba de mentiroso, de falso, de FDP, de covarde, de safado, diz que ele enganou seu próprio povo e que já fez pior do que o anterior.
No anonimato é muito fácil injuriar e ofender alguém. Isso sim é covardia. Ou é a sua valentia que só pode se apresentar cochichada.
O anônimo está revoltado porque o prefeito ainda não aumentou o seu salário.
Ora! Se você acha que merece um salário melhor, por que não tenta um novo emprego? Será que não tem coragem e capacidade para tentar algo novo?
Era o que eu fazia antes de me tornar um feliz vagabundo.
Não creio que o prefeito já tenha feito pior que o anterior e sei que será impossível fazê-lo em menos de dois anos.
Agora, anônimo, responda-me duas perguntas:
1) quem um prefeito pode enganar além de seu próprio povo?
2) você sabia que este não é o blog da Leila?
Clique aqui e você irá direto ao blog dela, o Peixe com Banana.
Anônimo disse...
PREFEITO CAPIXABA ....MANTIROSO!!!!
FALSO, ENGANOU O SEU PRÓPRIO POVO.
KD O AUMENTO, NAO AGUENTO MAIS.
HA 08 OITO ANOS NAO RECEBO UM CENTAVO DE AUMENTO, COVARDE, FEZ PIOR DO QUE O OUTRO(AARAO) QUE PROMETEU E NAO CUMPRIU.
S A F A D O !!!
9 de julho de 2011 15:42
Anônimo disse...Comentário é tudo que um blogueiro gosta além de ser lido.
PORRA LEILA....COBRA DESSE FDP UM GOVERNO AO MENOS PARECIDO COM O QUE ELE PROMETEU NA CAMPANHA.
SEU BLOG TEM FORÇA LEILA.
9 de julho de 2011 15:44
Mas, não desse tipo que é mais apropriado para uma fossa séptica do Orkut onde participantes se ofendem mutuamente e acusam, sem qualquer prova, todos os escalões do governo pelas maiores indignidades e falcatruas.
Nestes dois pequenos comentários, um anônimo chama o Capixaba de mentiroso, de falso, de FDP, de covarde, de safado, diz que ele enganou seu próprio povo e que já fez pior do que o anterior.
No anonimato é muito fácil injuriar e ofender alguém. Isso sim é covardia. Ou é a sua valentia que só pode se apresentar cochichada.
O anônimo está revoltado porque o prefeito ainda não aumentou o seu salário.
Ora! Se você acha que merece um salário melhor, por que não tenta um novo emprego? Será que não tem coragem e capacidade para tentar algo novo?
Era o que eu fazia antes de me tornar um feliz vagabundo.
Não creio que o prefeito já tenha feito pior que o anterior e sei que será impossível fazê-lo em menos de dois anos.
Agora, anônimo, responda-me duas perguntas:
1) quem um prefeito pode enganar além de seu próprio povo?
2) você sabia que este não é o blog da Leila?
Clique aqui e você irá direto ao blog dela, o Peixe com Banana.
domingo, 10 de julho de 2011
FLIP
Não pude participar do Festival de Jazz, em junho; mas, esta semana, tomei um banho ininterrupto de cultura. Desde quarta-feira, Paraty exalou cultura em cada esquina. Participei da nona edição da Feira Literária de Paraty. Senti-me pequenininho, um quase nada diante de tanta intelectualidade e conhecimento. Cheguei à conclusão que não sou ninguém, que nada sei, mas me senti bem como nunca.
Fico pensando como pode uma pequena cidade dobrar a sua população adulta durante cinco dias com o turismo cultural.
A FLIP é hoje o maior evento literário do país. Ganhou todos os dias as páginas dos principais jornais e revistas do Rio e de São Paulo. Recebeu turistas de todo o Brasil, gente bonita, educada e inteligente, intelectuais e escritores nacionais e estrangeiros.
A programação não se restringiu apenas às palestras literárias. Houve também shows de música, teatro, cinema (curtas), poesia e lançamento de livros. A tenda da FLIP e a Casa da Cultura estiveram sempre lotadas. E aconteceu a FLIPINHA, uma FLIP para crianças.
Este ano, o homenageado foi Oswald Andrade, protagonista da Semana de Arte Moderna de 1922 que permitiu o nascimento da moderna literatura brasileira, finalmente liberta do estilo prolixo, arcaico, obsoleto e afetado da era "machadiana".
Além do banho de cultura, deitei e rolei na culinária local e, ao lembrar de uma amiga (ainda) virtual, comi um peixe com banana após alguns goles da divina cachaça Coqueiro.
E por falar nisso, mês que vem vou festejar meu aniversário durante o XXIX Festival da Cachaça na cidade que é o mais tradicional e célebre centro produtor da branquinha. Vou beber todas e espero não tropeçar naquelas pedras do calçamento.
Paraty é isto: turismo de verdade pra quem sabe o que é e gosta de turismo.
Infelizmente, chegando aqui, tomo conhecimento da constante falta de iluminação de ponta a ponta do calçadão da praia de Muriqui. E mais, vejo em um carro velho o adesivo de um evento a ser realizado na minha cidade: o I Festival de Som Automotivo de Mangaratiba.
Será, naturalmente, um festival de funk e drogas para atrair o turismo predatório. Só espero que aconteça bem longe de mim.
N.L.: Quem quiser ir ao festival da cachaça pode escolher uma das 170 pousadas relacionadas aqui para se hospedar. Eu disse 170 pousadas, hotéis 5 estrelas não existem. Pra quê, né?
Fico pensando como pode uma pequena cidade dobrar a sua população adulta durante cinco dias com o turismo cultural.
A FLIP é hoje o maior evento literário do país. Ganhou todos os dias as páginas dos principais jornais e revistas do Rio e de São Paulo. Recebeu turistas de todo o Brasil, gente bonita, educada e inteligente, intelectuais e escritores nacionais e estrangeiros.
A programação não se restringiu apenas às palestras literárias. Houve também shows de música, teatro, cinema (curtas), poesia e lançamento de livros. A tenda da FLIP e a Casa da Cultura estiveram sempre lotadas. E aconteceu a FLIPINHA, uma FLIP para crianças.
Este ano, o homenageado foi Oswald Andrade, protagonista da Semana de Arte Moderna de 1922 que permitiu o nascimento da moderna literatura brasileira, finalmente liberta do estilo prolixo, arcaico, obsoleto e afetado da era "machadiana".
Além do banho de cultura, deitei e rolei na culinária local e, ao lembrar de uma amiga (ainda) virtual, comi um peixe com banana após alguns goles da divina cachaça Coqueiro.
E por falar nisso, mês que vem vou festejar meu aniversário durante o XXIX Festival da Cachaça na cidade que é o mais tradicional e célebre centro produtor da branquinha. Vou beber todas e espero não tropeçar naquelas pedras do calçamento.
Paraty é isto: turismo de verdade pra quem sabe o que é e gosta de turismo.
Infelizmente, chegando aqui, tomo conhecimento da constante falta de iluminação de ponta a ponta do calçadão da praia de Muriqui. E mais, vejo em um carro velho o adesivo de um evento a ser realizado na minha cidade: o I Festival de Som Automotivo de Mangaratiba.
Será, naturalmente, um festival de funk e drogas para atrair o turismo predatório. Só espero que aconteça bem longe de mim.
N.L.: Quem quiser ir ao festival da cachaça pode escolher uma das 170 pousadas relacionadas aqui para se hospedar. Eu disse 170 pousadas, hotéis 5 estrelas não existem. Pra quê, né?
sexta-feira, 1 de julho de 2011
CONVOCAÇÃO DE VEREADOR
A Leila recebeu o e-mail do Dr. Simões e publicou sem comentários. Ela apenas diz que o texto publicado é a cópia fiel do e-mail recebido, dando a entender de modo sutil a crítica que faço a seguir.
Eu também recebi, publico e não posso me esquivar de fazer comentários. Não consigo me conter nem deixar impunes tantas agressões à norma culta em release de um edil.
Quais teriam sido os professores de português do vereador?
Vejam quantos erros foram cometidos em tão escasso texto: uma pontuação deprimente, ausência de crase, falta de acentuação, infinitivo sem o “r” final, excesso de “ss”, verbo no singular com o sujeito no plural, letras maiúsculas em substantivo e adjetivo comuns, preposição após verbo transitivo direto, horários deficitários em vez de deficientes que é de muito melhor compreensão.
Não adianta culpar a assessoria, o vereador precisa ler o que assina para não dar a impressão de que não sabe escrever.
Um vereador doutor não pode dar tão mau exemplo de estilo literário a seus eleitores.
Eu também recebi, publico e não posso me esquivar de fazer comentários. Não consigo me conter nem deixar impunes tantas agressões à norma culta em release de um edil.
Quais teriam sido os professores de português do vereador?
Vejam quantos erros foram cometidos em tão escasso texto: uma pontuação deprimente, ausência de crase, falta de acentuação, infinitivo sem o “r” final, excesso de “ss”, verbo no singular com o sujeito no plural, letras maiúsculas em substantivo e adjetivo comuns, preposição após verbo transitivo direto, horários deficitários em vez de deficientes que é de muito melhor compreensão.
Não adianta culpar a assessoria, o vereador precisa ler o que assina para não dar a impressão de que não sabe escrever.
Um vereador doutor não pode dar tão mau exemplo de estilo literário a seus eleitores.
Vereador Dr. Simões apresenta Requerimento na Câmara de Mangaratiba.N.L.: a "Matéria abaixo" não constou do e-mail.
Vereador Dr. Simões apresentou na última quarta-feira(22) na Câmara Municípal de Mangaratiba um requerimento convocando os representantes da Empressa EXPRESSO MANGARATIBA, a convocação é para que os responsáveis prestem esclarecimentos sobre vários problemas relacionados a Empressa, e que esta afetando aos usuários dessa empressa, preço abusivo das passagens, horários deficitários dos Itinerários, veículos em pessima conservação, empregados mal educados (motoristas-fiscais), desrespeito aos usuários (jovens e idosos), o requerimento já começou a da resultado, como mostra a Matéria abaixo.
Data: 08 de Agosto de 2011.
Local: Câmara Municípal de Mangaratiba.
Horário: 14 h.
Compareça, sua presença é importante.
Vereador autor - Dr. Simões.
simoesvereador@yahoo.com.br
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O GOLPE DA GRAVIDEZ
Quem terá sido o pai do filho bastardo de FHC com a repórter Míriam Dutra da Rede Globo?
Terá sido o Renan Calheiros? O Lula? O José de Alencar?
Depois de 19 anos, FHC agora descobre que o suposto filho bastardo que ele sustentou com dinheiro público e resolveu reconhecer em 2009 não é dele.
FHC pode ficar tranquilo, pois não lhe cabe o ineditismo do uso de dinheiro público nas suas aventuras amorosas. O golpe da gravidez contra autoridades brasileiras vem de 1828. O incauto foi o imperador Pedro I e quem pagou a conta foi o povo brasileiro.
Como FHC, nosso primeiro monarca foi um grande conquistador de corações e exímio fazedor de filhos. Em quinze anos, D. Pedro I foi pai de 28 filhos, dez em seus dois casamentos e dezoito fora deles.
Por acaso, D. Pedro I conheceu Clemência Saisset, bela mulher de 25 anos, e contratou Pierre Félix, seu marido, para colocar papéis de parede no Paço de São Cristóvão. E, enquanto o marido colocava os papéis nos salões imperiais, D. Pedro colocava-lhe chifres.
Clemência engravidou. Disse que o filho era de D. Pedro e recebeu uma indenização de 75 mil francos, além de uma pensão vitalícia. O marido teve o seu negócio indenizado a peso de ouro. Os dois partiram para a Europa, onde o casal fez propaganda do filho tido com o Imperador do Brasil, fato que o próprio marido alardeava como de grande mérito.
O casal protestou, porém, quando, após a morte de D. Pedro, interromperam a remessa de dinheiro ao casal. Foi então que a Imperatriz viúva, D. Maria Amélia, concedeu uma pequena pensão à criança, por alguns anos.
FHC sempre ajudou a repórter Miriam Dutra a sustentar o filho. E ajudou a Rede Globo – como ajudou, lembram-se? – que enviou Míriam Dutra para a Espanha pouco antes do nascimento de seu suposto filho bastardo. Eles mantinham contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
A situação, porém, sempre ficou envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela Folha de S.Paulo, em 2009, de uma reportagem elogiosa sobre o reconhecimento da paternidade feito por FHC.
Agora, dois exames de DNA, o último deles feito no início deste ano, deram um desfecho surpreendente a uma história que a imprensa encondeu por duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009, num cartório espanhol, não é filho do ingênuo ex-presidente.
Essa história surrealista me faz lembrar de um caso envolvendo outro pai babaca todo feliz por emitir o último cheque da pensão que paga à ex-mulher, pois a filha acabara de completar 21 anos. Ele encontra com a filha, faz o cheque e pede que ela lhe conte, depois, como foi a cara que a mãe fez ao saber que aquele era o último cheque que ela veria da parte dele.
A filha entrega o cheque à mãe e volta à casa do pai para lhe dar a resposta.
“Diga filha, qual foi a reação dela?”, pergunta ele, curioso.
E diz a filha: “Ah, ela só mandou dizer que você não é meu pai”.
Que desagradável, heim, FHC! Entrou de gaiato como qualquer cantor de pagode ou jogador de futebol.
Agora, a pergunta que não quer calar é: quem será o pai?
Será que foi o Arnold Schwarzenegger?
Terá sido o Renan Calheiros? O Lula? O José de Alencar?
Depois de 19 anos, FHC agora descobre que o suposto filho bastardo que ele sustentou com dinheiro público e resolveu reconhecer em 2009 não é dele.
FHC pode ficar tranquilo, pois não lhe cabe o ineditismo do uso de dinheiro público nas suas aventuras amorosas. O golpe da gravidez contra autoridades brasileiras vem de 1828. O incauto foi o imperador Pedro I e quem pagou a conta foi o povo brasileiro.
Como FHC, nosso primeiro monarca foi um grande conquistador de corações e exímio fazedor de filhos. Em quinze anos, D. Pedro I foi pai de 28 filhos, dez em seus dois casamentos e dezoito fora deles.
Por acaso, D. Pedro I conheceu Clemência Saisset, bela mulher de 25 anos, e contratou Pierre Félix, seu marido, para colocar papéis de parede no Paço de São Cristóvão. E, enquanto o marido colocava os papéis nos salões imperiais, D. Pedro colocava-lhe chifres.
Clemência engravidou. Disse que o filho era de D. Pedro e recebeu uma indenização de 75 mil francos, além de uma pensão vitalícia. O marido teve o seu negócio indenizado a peso de ouro. Os dois partiram para a Europa, onde o casal fez propaganda do filho tido com o Imperador do Brasil, fato que o próprio marido alardeava como de grande mérito.
O casal protestou, porém, quando, após a morte de D. Pedro, interromperam a remessa de dinheiro ao casal. Foi então que a Imperatriz viúva, D. Maria Amélia, concedeu uma pequena pensão à criança, por alguns anos.
FHC sempre ajudou a repórter Miriam Dutra a sustentar o filho. E ajudou a Rede Globo – como ajudou, lembram-se? – que enviou Míriam Dutra para a Espanha pouco antes do nascimento de seu suposto filho bastardo. Eles mantinham contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
A situação, porém, sempre ficou envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela Folha de S.Paulo, em 2009, de uma reportagem elogiosa sobre o reconhecimento da paternidade feito por FHC.
Agora, dois exames de DNA, o último deles feito no início deste ano, deram um desfecho surpreendente a uma história que a imprensa encondeu por duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009, num cartório espanhol, não é filho do ingênuo ex-presidente.
Essa história surrealista me faz lembrar de um caso envolvendo outro pai babaca todo feliz por emitir o último cheque da pensão que paga à ex-mulher, pois a filha acabara de completar 21 anos. Ele encontra com a filha, faz o cheque e pede que ela lhe conte, depois, como foi a cara que a mãe fez ao saber que aquele era o último cheque que ela veria da parte dele.
A filha entrega o cheque à mãe e volta à casa do pai para lhe dar a resposta.
“Diga filha, qual foi a reação dela?”, pergunta ele, curioso.
E diz a filha: “Ah, ela só mandou dizer que você não é meu pai”.
Que desagradável, heim, FHC! Entrou de gaiato como qualquer cantor de pagode ou jogador de futebol.
Agora, a pergunta que não quer calar é: quem será o pai?
Será que foi o Arnold Schwarzenegger?
domingo, 26 de junho de 2011
GAYMAR
Não satisfeito com aquele ridículo penteado “gay” de índio boiola do cinema americano e com os rebolados e requebros nas dancinhas comemorativas após os gols, ele adota uma aparência e maneirismos - brincos, boquinha aberta, mão nos quadris - mais apropriados ao homossexualismo.
Para isso, contratou um estilista para vesti-lo com o maior requinte e instruí-lo como portar-se em público. O pior é que está servindo de modelo para crianças inocentes e para adolescentes que macaqueiam os seus ídolos.
Ele quer exibir-se e não somente aparecer pelo grande talento futebolístico.
Para isso, contratou um estilista para vesti-lo com o maior requinte e instruí-lo como portar-se em público. O pior é que está servindo de modelo para crianças inocentes e para adolescentes que macaqueiam os seus ídolos.
Ele quer exibir-se e não somente aparecer pelo grande talento futebolístico.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
A CRASE
Às vezes, eu escrevo sobre educação. Mais precisamente sobre gramática.
E, como não sou professor, meus escassos leitores levam a vantagem de eu não escrever somente para reclamar do salário. Apenas reproduzo algumas lições que foram importantes pra mim e que podem ser importantes para outros.
Na verdade, não tenho a pretensão de ensinar nada a ninguém, pois meu objetivo maior é manter aqui as lições para que eu próprio possa, amanhã, consultá-las e dirimir algumas prováveis dúvidas futuras.
Há bem pouco tempo, reproduzi uma lição sobre os porquês. Hoje, escrevo sobre a crase.
Penso que todos sabem que ela ocorre quando a preposição a se encontra e se une ao artigo a. Não é o caso deste anúncio ao lado da Universidade Estadual da Paraíba. Mas, como saber se ocorre a união dos dois as?
Como disse a minha professora de português – a Dad - para que a duplinha tenha vez, impõem-se duas condições. Uma: estar diante de uma palavra feminina. A outra: estar diante de um verbo, adjetivo ou advérbio que peçam a preposição a.
Exemplos: (1) Vou à cidade. O verbo ir pede a preposição a (quem vai vai a algum lugar). O substantivo cidade requer o artigo a. Resultado: a + a = à; (2) Ele é fiel à namorada. O adjetivo fiel reclama a preposição a (quem é fiel é fiel a alguém). Namorada requer o artigo a (a namorada dele é bonita). Resultado: a + a = à; (3) Relativamente à questão proposta, nada sei. O advérbio relativamente exige a preposição a (relativamente a alguém ou a alguma coisa). Questão pede o artigo a (a questão ainda não tem resposta). Resultado: a + a = à.
Existem macetes para tirar as dúvidas. Substitua a palavra feminina por uma outra qualquer que seja masculina. Se na troca der ao, não duvide, é crase na certa: vou à cidade/vou ao clube; ele é fiel à namorada/ela é fiel ao namorado; Relativamente à questão/relativamente ao problema.
A exceção da regra é: só vendo à vista. Trocando vista pelo masculino prazo, a crase não acontece: só vendo a prazo. Por quê? Talvez, para não haver confusão com só vendo a vista (isto é, os olhos).
Outro macete para saber se existe a crase é quando se vai a algum lugar específico: vou à Bahia; vou a Paraty; vou à Argentina; vou a Angra, vou a São Paulo. Nestes casos, não dá para substituir por palavra masculina ou feminina, pois os lugares citados não possuem gênero. Então, pergunte-se de onde você voltou: voltei da Bahia; voltei de Paraty; voltei da Argentina; voltei de Angra, voltei de São Paulo.
Paraty, Angra e São Paulo não pedem o artigo a, portanto, não há crase quando vamos a Paraty, a Angra ou a São Paulo. Ao contrário da Bahia e da Argentina que requerem o artigo.
Quando a cidade tem uma qualificação, a crase é necessária: vou à Paraty dos grandes eventos turísticos, vou à Angra da usina nuclear, vou à São Paulo dos Bandeirantes.
Além do casamento do artigo a com a preposição a, há também a junção da preposição a com os pronomes demonstrativos a, aquela, aquele, aquilo e que.
Exemplos: esta pergunta é igual a pergunta que você fez ontem. Para não repetir o substantivo (pergunta), podemos substituí-lo pelo pronome demonstrativo aquela ou que: esta pergunta é igual àquela (a aquela) que você fez ontem ou esta pergunta é igual à que (a a que) você fez ontem. A crase também surge quando o demonstrativo aquele/aquilo substitui o substantivo masculino: esse trabalho é igual àquele/àquilo (a aquele/a aquilo) que você fez ontem.
Para ter certeza da crase em à que, o macete é também trocar o substantivo feminino (pergunta) por um masculino. Se surgir ao que, aos que, pode ter certeza que a crase existe. Exemplo: esta pergunta é igual à que você fez ontem – este trabalho é igual ao que você fez ontem. Portanto, o certo é: esta pergunta é igual à que você fez ontem.
Se adiante do substantivo masculino ocorrer a que, não há crase no feminino. Exemplo: não vi o filme a que você se referiu; não vi a novela a que você se referiu.
Jamais use a crase antes de substantivo masculino (bebê a bordo, o navio foi a pique);
- nem com palavras repetidas (cara a cara, gota a gota, frente a frente, segunda a segunda):
- nem antes dos pronomes pessoais, indefinidos e dos demonstrativos esta e essa (disse a ela toda a verdade, a cada etapa recebia um prêmio, vou lá a qualquer hora, diga a esta/essa mulher que está tudo acabado entre nós);
- nem antes de plural, mesmo que a palavra seja feminina (assistiu a reuniões o dia inteiro, vou a festas de são-joão);
- nem antes da locução a distância se esta não for determinada: eu o segui a distância/eu o segui à distância de 50 metros, a distância todo mundo é normal/à distância de 100 metros todo mundo é normal.
- nem com o casal de…a: trabalho de quarta a sexta; de terça a quinta, fico em casa; de meio-dia as duas, eu descanso; encontro de iniciação a docência.
N.L.: se alguém encontrar algo em desacordo com a norma culta ou quiser contribuir com algo, por favor, peço que me informe para que eu possa corrigir ou incluir no texto.
E, como não sou professor, meus escassos leitores levam a vantagem de eu não escrever somente para reclamar do salário. Apenas reproduzo algumas lições que foram importantes pra mim e que podem ser importantes para outros.
Na verdade, não tenho a pretensão de ensinar nada a ninguém, pois meu objetivo maior é manter aqui as lições para que eu próprio possa, amanhã, consultá-las e dirimir algumas prováveis dúvidas futuras.
Há bem pouco tempo, reproduzi uma lição sobre os porquês. Hoje, escrevo sobre a crase.
Penso que todos sabem que ela ocorre quando a preposição a se encontra e se une ao artigo a. Não é o caso deste anúncio ao lado da Universidade Estadual da Paraíba. Mas, como saber se ocorre a união dos dois as?
Como disse a minha professora de português – a Dad - para que a duplinha tenha vez, impõem-se duas condições. Uma: estar diante de uma palavra feminina. A outra: estar diante de um verbo, adjetivo ou advérbio que peçam a preposição a.
Exemplos: (1) Vou à cidade. O verbo ir pede a preposição a (quem vai vai a algum lugar). O substantivo cidade requer o artigo a. Resultado: a + a = à; (2) Ele é fiel à namorada. O adjetivo fiel reclama a preposição a (quem é fiel é fiel a alguém). Namorada requer o artigo a (a namorada dele é bonita). Resultado: a + a = à; (3) Relativamente à questão proposta, nada sei. O advérbio relativamente exige a preposição a (relativamente a alguém ou a alguma coisa). Questão pede o artigo a (a questão ainda não tem resposta). Resultado: a + a = à.
Existem macetes para tirar as dúvidas. Substitua a palavra feminina por uma outra qualquer que seja masculina. Se na troca der ao, não duvide, é crase na certa: vou à cidade/vou ao clube; ele é fiel à namorada/ela é fiel ao namorado; Relativamente à questão/relativamente ao problema.
A exceção da regra é: só vendo à vista. Trocando vista pelo masculino prazo, a crase não acontece: só vendo a prazo. Por quê? Talvez, para não haver confusão com só vendo a vista (isto é, os olhos).
Outro macete para saber se existe a crase é quando se vai a algum lugar específico: vou à Bahia; vou a Paraty; vou à Argentina; vou a Angra, vou a São Paulo. Nestes casos, não dá para substituir por palavra masculina ou feminina, pois os lugares citados não possuem gênero. Então, pergunte-se de onde você voltou: voltei da Bahia; voltei de Paraty; voltei da Argentina; voltei de Angra, voltei de São Paulo.
Paraty, Angra e São Paulo não pedem o artigo a, portanto, não há crase quando vamos a Paraty, a Angra ou a São Paulo. Ao contrário da Bahia e da Argentina que requerem o artigo.
Quando a cidade tem uma qualificação, a crase é necessária: vou à Paraty dos grandes eventos turísticos, vou à Angra da usina nuclear, vou à São Paulo dos Bandeirantes.
Além do casamento do artigo a com a preposição a, há também a junção da preposição a com os pronomes demonstrativos a, aquela, aquele, aquilo e que.
Exemplos: esta pergunta é igual a pergunta que você fez ontem. Para não repetir o substantivo (pergunta), podemos substituí-lo pelo pronome demonstrativo aquela ou que: esta pergunta é igual àquela (a aquela) que você fez ontem ou esta pergunta é igual à que (a a que) você fez ontem. A crase também surge quando o demonstrativo aquele/aquilo substitui o substantivo masculino: esse trabalho é igual àquele/àquilo (a aquele/a aquilo) que você fez ontem.
Para ter certeza da crase em à que, o macete é também trocar o substantivo feminino (pergunta) por um masculino. Se surgir ao que, aos que, pode ter certeza que a crase existe. Exemplo: esta pergunta é igual à que você fez ontem – este trabalho é igual ao que você fez ontem. Portanto, o certo é: esta pergunta é igual à que você fez ontem.
Se adiante do substantivo masculino ocorrer a que, não há crase no feminino. Exemplo: não vi o filme a que você se referiu; não vi a novela a que você se referiu.
Jamais use a crase antes de substantivo masculino (bebê a bordo, o navio foi a pique);
- nem com palavras repetidas (cara a cara, gota a gota, frente a frente, segunda a segunda):
- nem antes dos pronomes pessoais, indefinidos e dos demonstrativos esta e essa (disse a ela toda a verdade, a cada etapa recebia um prêmio, vou lá a qualquer hora, diga a esta/essa mulher que está tudo acabado entre nós);
- nem antes de plural, mesmo que a palavra seja feminina (assistiu a reuniões o dia inteiro, vou a festas de são-joão);
- nem antes da locução a distância se esta não for determinada: eu o segui a distância/eu o segui à distância de 50 metros, a distância todo mundo é normal/à distância de 100 metros todo mundo é normal.
- nem com o casal de…a: trabalho de quarta a sexta; de terça a quinta, fico em casa; de meio-dia as duas, eu descanso; encontro de iniciação a docência.
N.L.: se alguém encontrar algo em desacordo com a norma culta ou quiser contribuir com algo, por favor, peço que me informe para que eu possa corrigir ou incluir no texto.
terça-feira, 21 de junho de 2011
LULA FALA DE BLOGS AOS BLOGUEIROS
No 2º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, Lula falou sobre a importância dos blogs como fonte de informações alternativas e de formação de opinião independente.
Falou da imprensa, dos falsos formadores de opinião, de democracia, de liberdade e da liberdade de expressão. Falou ainda da banda larga para todos, das mulheres e da bolinha de papel, entre outros temas.
Vale a pena ver e ouvir.
Falou da imprensa, dos falsos formadores de opinião, de democracia, de liberdade e da liberdade de expressão. Falou ainda da banda larga para todos, das mulheres e da bolinha de papel, entre outros temas.
Vale a pena ver e ouvir.
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