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sexta-feira, 20 de junho de 2014

E O MUNDO NÃO SE ACABOU

É o que diz o New York Times – o principal jornal do mundo – ironizando os nossos vira-latas e reconhecendo o sucesso da Copa no Brasil. Uma Copa que faz até milagres*, uma Copa na qual cadeirantes se levantam para comemorar o gol.
Após aquelas previsões catastróficas de que os aeroportos nem a mobilidade urbana suportariam a invasão de turistas, de que as obras não ficariam prontas, de que a falta de segurança e a nossa incompetência levariam o país a passar uma vergonha mundial, até seus próprios autores, os jornais brasileiros, reconhecem o sucesso da Copa.
Após dez dias de disputa, as partidas têm sido emocionantes, gramados perfeitos, estádios lotados em todos os jogos, torcedores de todo o mundo confraternizando-se alegremente com os brasileiros, gols sensacionais e em quantidade nunca vista numa primeira fase.
“Para os torcedores que gostam de gols de saltar os olhos, resultados surpreendentes e futebol de qualidade, este torneio é, de longe, um sucesso incrível” – escreve o NYT.
E diz mais, elogiando a qualidade dos gramados nas 12 sedes: "As condições de jogo para a maioria das partidas têm sido excelentes, mesmo quando as chuvas pesadas acontecem. Isso prova a qualidade da drenagem.”
E prova também a competência do brasileiro. Aquele caos, o fracasso reiteradamente anunciado pela imprensa, outra vez transformou-se em verdadeiro fiasco de previsão.
Recalcada com o êxito do evento, a elite paulistana ensaiou uma vaia contra a presidenta que foi um magnífíco tiro no próprio pé da odiosa classe que inclui os colunistas da grande imprensa.
Colunistas que veem a Copa do Mundo através de sua sórdida visão política. Não sabem que futebol, na visão do amante do esporte – a grande maioria do povo brasileiro - nada tem a ver com a política partidária. Ou Lula não teria sido eleito em 2002, não se reelegeria em 2006 e nem elegeria a Dilma em 2010.
Um desses imundos colunistas chegou a ver propaganda comunista subliminar no símbolo da Copa, aquele em que três mãos imitam a taça em disputa.
O imbecil escreveu na Veja que uma das mãos faz o “L” de Lula e que o 2014 vermelho seria o prenúncio da implantação do comunismo no país.

Ele certamente não conhece o símbolo da República com sua estrela vermelha e a bandeira do Vietnam comunista, nem ainda notou que a FIFA proíbe camisas de jogadores com os números 40 e 45. Mas, exige que os números dos partidos da base aliada – 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 22 – estejam nas camisas de todas as seleções.
Inclusive, o jogador de camisa com o 13 foi o que mais apareceu naquele jogo entre o Brasil e o México.

N.L.: *Cadeirantes têm desconto no ingresso e o direito de levar um acompanhante gratuitamente. Alguns espertos se aproveitam e levam o companheiro na cadeira de rodas. Mas, este não se contém na hora do gol.

4 comentários:

Eduardo,o imbecil disse...

UÉ!New York Times não é vira-latas?
Melhore suas postagens para podermos discordar.Assim está lamentavelmente primário.E ridículo.Como vc mesmo diz:"Vergonha alheia".

bigboy0072009 disse...

Nada tem a ver com o comunismo ,vai estudar a história do Brasil primeiro e para de falar besteira ,isso que você esta fazendo é um desserviço.

LACERDA disse...

O tal de bigboy não entendeu nada. É um analfabeto funcional. Sabe ler, mas não entende o que está escrito.

LACERDA disse...

"As redes sociais dão o direito de falar a uma legião de idiotas que antes só falavam em um bar depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a humanidade. Então, eram rapidamente silenciados, mas, agora, têm o mesmo direito de falar que um prêmio Nobel. É a invasão dos imbecis".
Umberto Eco