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domingo, 27 de novembro de 2011

MULHERES EXTRAORDINÁRIAS

Como ganharam espaço no Extra Online, digamos que sejam extra-ordinárias. Todas são estrangeiras, demonstrando que não somos assim tão subdesenvolvidos como muitos complexados imaginam.
A russa aí embaixo, 22 anos, submeteu-se a mais de 100 aplicações de silicone nos lábios. Poderia, ao menos, querer possuir os lábios da Angelina Jolie, porém, queria mais. Seu maior desejo sempre foi ter os lábios da Jéssica Rabbit, personagem de estórias em quadrinhos.
Vejam como ela era bonitinha e como ficou.
Uma mulher americana permitiu que um falso médico lhe injetasse uma mistura de cola, cimento, óleo e selante de pneus em sua bunda e nos quadris.
Ele cobrou US$ 1.200,00 pelos procedimentos realizados em sua própria casa, na Flórida, e, agora, vai responder a processo por ter praticado medicina sem licença. Isto aconteceu na Flórida, portanto, cuidado com os procedimentos carboxiterápicos e outros tipos de aplicações realizados em Caxias, Nova Iguaçu e Campo Grande.
Depois das aplicações, a mulher teve sérias complicações e precisou ser atendida em hospital, mas parece que gostou do resultado da cirurgia.
Outra americana, esta de Houston, teve sua língua registrada oficialmente no Guiness Book como a maior do mundo. Se você tiver uma língua ainda mais extensa, corra atrás de seus direitos.
Chanel Tapper, 21 anos, ficou conhecida aos 13 anos quando publicou no You Tube um vídeo mostrando sua comprida língua que deve ter outras utilidades além da degustação, da deglutição e do importante desempenho na articulação de sons. Ela diz que pretende tentar uma carreira em Hollywood como atriz. Só se for estrelando filmes pornô.
Na Romênia, Elena Ursu, 28 anos, entusiasmada com o talento daquele menino indonésio que fumava 40 cigarros por dia, decidiu ensinar a filha de dois anos e sete meses a se deliciar com um cigarro após o cafezinho. A tresloucada genitora postou fotos e vídeos da criança fumando na internet.
A polícia de sua cidade está investigando o caso e ela pode ser punida por crueldade infantil.
Outra americana, Jéssica Callaway, 21 anos, irritada com o choro de sua filha de apenas dez meses, soprou fumaça de maconha no rosto do bebê. A polícia do Arizona levou-a em cana.
Jéssica, que também agredia fisicamente a criança, confessou os maus-tratos e alegou que estava frustrada por não encontrar a melhor roupa para sair. Ainda se justificou dizendo que tinha apenas o intuito de acalmá-la. Se a criança estivesse apática, talvez - quem sabe? - ela lhe desse um brilho para aspirar.

Esta aí em cima, Elizabeth Escalona, 22 anos, também americana, frustrada por não conseguir ensinar a filha de apenas dois anos a usar o banheiro corretamente, colou as duas mãos da criança na parede do banheiro. Parte das palmas da criança perderam a pele, ficando em carne viva. A avó teve que levá-la ao hospital aonde chegou com ossos quebrados, diversos hematomas e ferimentos na cabeça. A criança encontra-se em coma, correndo o risco de sofrer danos cerebrais.
A crueldade da mãe, segundo um de seus três outros filhos foi além. Ela arrastou a filha pelos pés e atingiu a criança repetidamente com uma jarra, um sapato, um cinto, e ainda deu-lhe chutes no estômago. Aqui, os pais costumam jogar a criança pela janela do oitavo andar.
Por fim, uma inglesa de 42 anos. Alison Brierley adquiriu hábitos bizarros desde que engravidou. Ela gosta de comer os animais mortos que encontra nas ruas.
Alison diz que é muito cuidadosa quando sai em busca da refeição: “Eu sempre uso luvas, pois não quero me arriscar com nenhuma infecção que possa prejudicar o bebê”.
Salve a mulher brasileira.

2 comentários:

leila castro disse...

Lacerda,

Sem demagogia alguma no que vou escrever...

Já li tanta coisa estranha nesta minha vida e já vi também, mas não sei se por viver as voltas com crianças em tempo integral, a crueldade das mães que você postou, me fizeram sentir um sentimento muito estranho...

Um tanto de dor, um tanto de nojo e mais um tanto de revolta foram as primeiras impressões, mas depois senti uma força convicta, para continuar minha jornada as voltas com a cansativa batalha paticular que vivo.

Anônimo disse...

Lacerda o pior e que EM MURIQUI esta um febre de fazer plasticas,tem umas que a Bunda FICA TORTA outras o peito parece uma pedra outras tem dias que a cara esta toda torta se a onda pega vai se a cidade dos HORRORES,ida bem que estamos perto do CARNAVAL.