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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O ATENTADO CONTRA SERRA

O fariseu sabia que não poderia passar incólume no calçadão de Campo Grande por entre militantes do PT e representantes dos cinco mil matamosquitos que ele demitiu quando ministro da saúde. O fariseu se aproveitou para armar um tremendo factóide que recebeu grande espaço no Jornal Nacional.
Houve confusão e enfrentamento. Uma bolinha de papel atingiu a careca do fariseu. Veja o vídeo do SBT.

Pois, o fariseu saiu dali de helicóptero e foi se consultar com o ex-secretário de saúde do Cesar Maia que o encaminhou para uma tomografia computadorizada e lhe recomendou repouso absoluto.
O atentado se resumiu a uma bolinha de papel, mas o tal médico disse o seguinte em O Globo: "Uma pancada como essa poderia ter consequência grave como um edema cerebral."
Entretanto, a demissão dos cinco mil matamosquitos - cujo sindicato fica localizado bem ali no calçadão de Campo Grande - acarretou a invasão da dengue no Rio de Janeiro, um prejuízo de milhões, a morte de vários cidadãos e o suicídio de cinco matamosquitos.
Leiam a notícia na Folha (aqui) e no Estadão (aqui).

3 comentários:

leila castro disse...

Lacerda,

Sinto nojo deste teatro e desta manipulação!

Acho que me tornarei eremita e só volto após 31 de Outubro.

Me inspirei nessa letra de música:

Eremita Moderno
Forfun

Antropologicamente falando é interessante ingerir alimentos que contenham corante
Criar imagens de deuses com formas de elefante
Não cortar o cabelo quando a lua é minguante
Simpatizante do sistema que simula flagrante
Palavra escandinava que só tem consoante
Refletir sobre isso tudo do alto de um mirante
Já bem disse Raul, ' Metamorfose ambulante'

Suponhamos que eu jogue uma pedra num rio
E essa pedra assuste um peixe que aí saia saindo
Quanto à ordem natural e ao que chamamos destino
Estaria participando ou estaria interferindo?

Trajava sunga, e nunca usara um terno
Pensava ser um eremita moderno.
Dizia: Ao reino da alegria eu me entrego,
Porque aqui jaz o cadáver do meu ego.

Desencontros e encontros no teatro do acaso
Há superfície no profundo, e um fundo no que é raso
A sincronicidade unifica o que é distante
Nascimentos e partidas num mesmo instante
Novos Baianos, Funk Melody, Eletroprog
Blocos de rua, folclore e rodas de hardcore
Biologia, História Antiga, Mecânica Quântica
Cerveja de boteco e a flora da Mata Atlântica

Somos um pouco de tudo, e muito de cada pouco
O espaço vazio de um polígono oco
Somos os pingos da chuva e a água dentro do coco
O suspiro de alívio, quando passado o sufoco.

Trajava sunga, e nunca usara um terno
Pensava ser um eremita moderno.
Dizia: Ao reino da alegria eu me entrego,
Porque aqui jaz o cadáver do meu ego.

LACERDA disse...

Leila,

Por favor, não faça isso, faça como a Ângela Mendes - a filha do Chico Mendes - o Leonardo Boff e o Gilberto Gil: vote na Dilma. E diga no seu blog que vai votar nela.

marcia superando disse...

Me disseram que não foi uma bolinha de papel e sim um rolo de fita crepe... é que o agressor achou que o rolo irira em uma ação fantástica, calar a boca do cidadão e ainda por cima enrolá-lo e jogá-lo em uma latão...cheio de mosquito da dengue!!!!!!rsrsrsrs brinacdeiras a parte, umo-me a incrível Leila em seu comentário...no entanto, por mais que te admire, não seguirei teu conselho a grande amiga... me reservarei o direito de me omitir nesta eleição e esperar para ver o que acontece sem ter que me sentir profundamente culpada por isso!