Acontece que, mesmo cometendo erros premonitórios, a minha essência cigana adora prever os acontecimentos.
Não é uma certeza como a premiação do samba-enredo da Portela. Porém, o que vou dizer não deixa de ser uma advertência sobre o que é possível acontecer em 2012. Que além de possível, é provável que aconteça;
Sábado passado, O Dia publicou uma entrevista com o garoto que vendia cocadas em Anchieta e que, hoje, exerce todo o poder sobre o PMDB fluminense.
Picciani, conhecido no meio político como homem de palavra, falou de seus candidatos em Paraty, Angra, Paracambi, Quissamã, Macaé, Maricá, Mesquita, Belford Roxo, e afirmou: “‘Todo mundo quer ser candidato, mas quando se faz acordo tem que valer”.
Disse que espera vencer a eleição para a prefeitura em 45 municípios e que só falta combinar com o eleitor. Não abordou o caso de Mangaratiba, nem foi muito esclarecedor, mas deu uma dica. E pra quem sabe ler, um pingo é letra.
“Nossa relação com o PSD no Rio é quase umbilical. Fizemos um acordo político que vale para 2012 e 2014 com o Kassab (presidente nacional do PSD), com o Indio da Costa (presidente estadual do PSD no Rio) e com o deputado André Corrêa (secretário-geral do partido no Rio e líder do governo na Assembleia Legislativa)... Nós fizemos um acordo de os partidos ficarem juntos” – afirmou Picciani.
Na minha humilde e imparcial opinião, isto significa que em retribuição ao apoio do PSD à reeleição do prefeito Eduardo Paes, o PMDB vai apoiar os candidatos à reeleição pelo PSD onde este partido for mais forte.
Devem ser muito poucos, nem sei quantos. Mais candidatos fortes à reeleição terá o PMDB para ser apoiado pelo PSD, atualmente o segundo maior partido na Assembléia Legislativa.
Desta forma, em Mangaratiba, o PMDB terá que se coligar com o PSD e apoiar a reeleição do Capixaba.
“Os vereadores que quiserem apoiar adversários, eu vou cortar legenda. Respeito as manifestações, mas depois de bater a convenção, todos, desde os generais aos soldados, estarão condicionados” – afirmou Picciani em tom ameaçador.
Sendo assim, a reeleição do Capixaba é inevitável apesar das comentadas deficiências. Não foi à toa que ele mudou de partido.
Se eu fosse o Zé Luiz, topava ser o vice dele para ser o prefeito daí a quatro anos
Não é uma certeza como a premiação do samba-enredo da Portela. Porém, o que vou dizer não deixa de ser uma advertência sobre o que é possível acontecer em 2012. Que além de possível, é provável que aconteça;
Sábado passado, O Dia publicou uma entrevista com o garoto que vendia cocadas em Anchieta e que, hoje, exerce todo o poder sobre o PMDB fluminense.
Picciani, conhecido no meio político como homem de palavra, falou de seus candidatos em Paraty, Angra, Paracambi, Quissamã, Macaé, Maricá, Mesquita, Belford Roxo, e afirmou: “‘Todo mundo quer ser candidato, mas quando se faz acordo tem que valer”.
Disse que espera vencer a eleição para a prefeitura em 45 municípios e que só falta combinar com o eleitor. Não abordou o caso de Mangaratiba, nem foi muito esclarecedor, mas deu uma dica. E pra quem sabe ler, um pingo é letra.
“Nossa relação com o PSD no Rio é quase umbilical. Fizemos um acordo político que vale para 2012 e 2014 com o Kassab (presidente nacional do PSD), com o Indio da Costa (presidente estadual do PSD no Rio) e com o deputado André Corrêa (secretário-geral do partido no Rio e líder do governo na Assembleia Legislativa)... Nós fizemos um acordo de os partidos ficarem juntos” – afirmou Picciani.
Na minha humilde e imparcial opinião, isto significa que em retribuição ao apoio do PSD à reeleição do prefeito Eduardo Paes, o PMDB vai apoiar os candidatos à reeleição pelo PSD onde este partido for mais forte.
Devem ser muito poucos, nem sei quantos. Mais candidatos fortes à reeleição terá o PMDB para ser apoiado pelo PSD, atualmente o segundo maior partido na Assembléia Legislativa.
Desta forma, em Mangaratiba, o PMDB terá que se coligar com o PSD e apoiar a reeleição do Capixaba.
“Os vereadores que quiserem apoiar adversários, eu vou cortar legenda. Respeito as manifestações, mas depois de bater a convenção, todos, desde os generais aos soldados, estarão condicionados” – afirmou Picciani em tom ameaçador.
Sendo assim, a reeleição do Capixaba é inevitável apesar das comentadas deficiências. Não foi à toa que ele mudou de partido.
Se eu fosse o Zé Luiz, topava ser o vice dele para ser o prefeito daí a quatro anos