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sábado, 4 de maio de 2013

MORTO O CHEFE DO TRÁFICO DE MURIQUI

Já disse aqui várias vezes que não tenho nenhum compromisso com a notícia. Não sou jornalista. Mas, quando o fato merece opinião, eu reproduzo a notícia como faço abaixo com a informação constante do blog do Fábio Pontes (leia aqui a notícia completa).
“Ação da Policia Militar leva a morte do traficante André conhecido como TK que comandava o tráfico na cachoeira I e II em Muriqui/Mangaratiba. Foram levados para averiguação seis indivíduos -  um deles aparece portando uma arma de fogo em sua página do facebook - além de uma arma de fogo, vários celulares e drogas. Segundo o cap. Marcos, os policiais foram recebidos a tiro por cerca de oito elementos e culminou na morte de TK que morreu durante atendimento no hospital Vitor de Souza Breves em Mangaratiba.”
Esta notícia me fez lembrar do saudoso Coronel Nilton, meu companheiro de copo e de samba. Quando estava no comando do 14º Batalhão da PMERJ, em Bangu, ele barbarizava a bandidagem de sua área.
Todos os dias, durante a formatura matinal no quartel, descrevia os acontecimentos do dia anterior, elogiava seus soldados e dizia ao final: “Infelizmente, os bandidos socorridos morreram a caminho do hospital”.
E todos gargalhavam.
Lembrei-me disto porque o chefe do tráfico de Muriqui não escapou – “infelizmente” morreu a caminho do hospital - enquanto seis marginais foram presos. Estes, logo, logo estarão nas ruas para dar mais trabalho à polícia.
Parabéns a todos os oficiais e soldados que participaram da ação.
Parabéns a você Possato que continua conosco, embora não mais lotado no DPO de Muriqui. Você que, junto com seus companheiros, já tinha estourado a boca-de-fumo do morro da Encrenca, apreendendo grande quantidade de drogas, em setembro/2011 (leia aqui).
Sim, foi em 2011. Há quase dois anos. Já naquele tempo, e muito antes, a bandidagem já rondava por aqui. Mas, a PMERJ sempre esteve e continua no controle.
Há quem não acredite como os arautos do terrorismo suicida sugerindo que a ação da PMERJ vai liberar a Cachoeira para a entrada de um grupo rival de Itaguaí.
Pô! Então era melhor deixar como estava? Então por que reclamava?
Que venham os grupos rivais. Será mais um trabalho para o Super-Possato e seus companheiros.

4 comentários:

Leila Castro disse...

Você é realmente estranho...

Ouu se faz de desentendido ou só gosta mesmo de provocar.

Em algum momento houve reclamação da ação? Ou só alertamos de que este episódio isolado não terminará com o problema.

Procure não fazer polêmica com assunto tão sério e que afeta a todos.
Ah! Esqueci... o seu problema é só o mesmo de outros tantos que precisam viver com o olhar até "meio palmo" do nariz!

Não distorça, não deturpe!

LACERDA disse...

Ué! Mas, foi você mesmo quem disse:
"É.... depois do impacto da notícia temos que raciocinar mesmo! Agora, será a liberação para a entrada do grupo rival... aqueles da turma de Itaguaí que estavam em briga e ainda temos o terror imposto pela turma que ficou... ou alguém aqui pensa que os assaltos e sequestros eram comandados por este que morreu?"

LACERDA disse...

Qunto a viver com o olhar até meio palmo do nariz, você está sendo injusta.
Em 13 de novembro de 2010 (em 2010, viu?) eu alertava sobre a possível invasão da Costa Verde pelos egressos do morro do Alemão nesta postagem em que pedia socorro:
(http://muriqui-lacerda.blogspot.com.br/2010/11/socooooorro.html).
E você fez (em 2010, viu) o seguinte comentário: “E quanto à invasão dos oriundos das UPPs, nem precisamos atualizar o gráfico de migração. Já podemos sentir tudo isto com assalto a banco, assalto a caminhão de cigarros, violências contra crianças em número assustador, tráfico de drogas "quase que oficializado", só faltando o alvará de licenciamento.”
Como sempre, radicalizou.

LACERDA disse...

Quanto à ação isolada que não terminará com o problema, prefiro, como sempre, não discutir sobre o óbvio.
Nada, absolutamente, nada terminará com o problema. Ele sempre existirá. Nossos delinquentes domésticos estão aí e não me deixam mentir.
Mas, confio na PMERJ para minimizá-la sempre com ações isoladas como esta que ocorreu agora e, também, em março, p.p.