O ministro Cezar Peluso deixou a presidência do Supremo Tribunal Federal e saiu de lá atirando. Acusou a Dilma de descumprir e ignorar a Constituição e as decisões do STF. Tudo porque ela não incluiu na proposta orçamentária deste ano os reajustes do Judiciário.
“A Presidência descumpriu a Constituição, como também descumpriu decisões do Supremo. Mandei ofícios à presidente Dilma Rousseff citando precedentes, dizendo que o Executivo não poderia mexer na proposta orçamentária do Judiciário, que é um Poder independente” – disse ele em entrevista ao site do Consultor Jurídico.
Salve! Dilma... Eleita, agora, novamente, pela revista Time, uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.
Os indolentes juízes que já recebem os maiores salários da República, além das vantagens e mordomias do cargo, queriam mais, muito mais.
O ministro atirou também na corregedora do Conselho Nacional de Justiça – Eliana Calmon – a mulher que mexeu na indevassável caixa-preta da corrupção judiciária, causando o maior barraco entre desembargadores, juízes e ministros de diversos tribunais, ao afirmar que bandidos togados estão infiltrados na justiça brasileira.
Segundo o ex-presidente do STF, "há até uma suspeita" de que ela teria pretensões políticas em sua atuação.
"Até agora, ela não apresentou resultado concreto algum, fez várias denúncias. Ela está se perdendo no contato com a mídia e deixando de lado o foco, a procura de resultados concretos", disse Cezar Peluso.
Salve! Eliana Calmon... Eleita, por mim, a Mulher do Ano no Brasil.
Está incomodando demais a corrupção judiciária, o que ninguém jamais teve a coragem e a força moral para fazê-lo.
N.L.: Ontem, a Ministra Carmem Lúcia tomou posse como presidente do TSE afirmando que "O caminho mais curto para a Justiça é a conduta reta de cada um de nós, cidadãos. O homem probo ainda é a maior garantia da Justiça na sociedade. A eleição mais segura e honesta é aquela em que cada cidadão vota limpo".
É mais uma mulher no comando da Nação. E, pelo jeito, não vem com aquele paternalismo idiota e complacente de que a culpa é sempre do governo e dos políticos.