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sábado, 12 de setembro de 2015

STANDARD & POOR'S

A agência de classificação de risco que rebaixou a avaliação do risco Brasil, também rebaixou a avaliação da Ambev, do Grupo Votorantim e de várias outras empresas brasileiras, inclusive da Rede Globo que ficou com perspectiva negativa.
Mas, isto pouca gente ficou sbendo. Pouca gente sabe também que outras duas agências de maior credibilidade no mundo não rebaixaram a nota brasileira nem das outras empresas.
A Standard & Poor's – leia aqui - levou multa bilionária, este ano, do Departamento de Justiça dos EUA, que acusou a agência de ter mascarado o grau de risco de investimentos nos chamados papéis subprime, os vilões da crise financeira desencadeada em 2008.
Em 2011, quando a Standard & Poor's reduziu a nota dos Estados Unidos de AAA para AA+ pela primeira vez na história - citando "desafios fiscais e econômicos" ante o "enfraquecimento" das instituições políticas americanas -, o prêmio Nobel de Economia Paul Krugman escreveu em artigo que a agência tem pouca "credibilidade" e é "a pior instituição à qual alguém deveria recorrer para receber opiniões sobre as perspectivas do nosso país (EUA)".
S&P precisa rebaixar nota do país mais quatro vezes para chegar ao nível de FHC.

Leia a seguir o artigo publicado em 10/09/2015 pela BBC Brasil sobre o caso.
Há alguns meses, no entanto, quem se via sob fogo cerrado era a própria instituição: a S&P foi ré em um processo movido pelo Departamento de Justiça dos EUA, que acusou a agência de ter mascarado o grau de risco de investimentos nos chamados papéis subprime, os vilões da crise financeira desencadeada em 2008.
Segundo as acusações, a empresa teria propositalmente ocultado chances de prejuízos.
Em um acordo extrajudicial anunciado em 3 de fevereiro, a S&P concordou em pagar ao Tesouro americano o equivalente a quase US$ 1,4 bilhão (R$ 5,4 bilhões na cotação atual). O episódio reacendeu o debate sobre a credibilidade das agências de classificação de risco e os possíveis conflitos de interesse envolvendo suas atividades.
Basicamente, a S&P e outras agências semelhantes como Moody's e Fitch são empresas que avaliam, entre outras questões, a capacidade que uma empresa ou país tem de pagar suas dívidas.
No caso do Brasil, a agência baixou a nota do país de BBB- para BB+, tirando seu grau de investimento (espécie de selo de bom pagador). Em seu comunicado, a S&P diz que "os desafios políticos que o Brasil enfrenta continuaram a aumentar", tendo reflexos sobre "a capacidade e a vontade do governo" em submeter um Orçamento para 2016 "coerente com a significativa sinalização de correção" da política econômica no segundo governo Dilma Rousseff.
'Vereditos'
Os "vereditos" das agências servem de orientação para investidores em busca de oportunidades para aplicar seu dinheiro. Alguns fundos só podem, segundo as normas de seu estatuto, aplicar seus recursos em países que tenham grau de investimento.
Nos últimos anos, sua atuação gerou polêmica. Em 2011, quando a mesma S&P reduziu a nota dos Estados Unidos de AAA para AA+ pela primeira vez na história - citando "desafios fiscais e econômicos" ante o "enfraquecimento" das instituições políticas americanas -, o prêmio Nobel de Economia Paul Krugman escreveu em artigo que a agência tem pouca "credibilidade" e é "a pior instituição à qual alguém deveria recorrer para receber opiniões sobre as perspectivas do nosso país (EUA)".
"O grande deficit orçamentário dos Estados Unidos é, afinal de contas, basicamente o resultado da queda econômica que se seguiu à crise financeira de 2008. E, a Standard & Poor’s, juntamente com as outras agências de classificação de riscos, desempenhou um papel importante no que se refere a provocar aquela crise, ao conceder classificações AAA a papéis lastreados em hipotecas que acabaram se transformando em lixo tóxico", escreveu Krugman.
E em 2012, o órgão fiscalizador da União Europeia para a indústria de serviços financeiros, a Esma, publicou uma danosa avaliação do trabalho das três agências, apontando problemas de transparência em suas avaliações.
No final de 2014, quando publicou seu mais recente relatório anual, a entidade manteve as críticas.
"Encontramos problemas no controle da qualidade de informação e em metodologias, por exemplo, que poderiam afetar a qualidade das avaliações de risco", disse na ocasião o presidente do órgão, Steven Maijoor.
Concentração
Uma crítica específica girou justamente em torno da crise desencadeada na Europa no início da década. Além de rebaixar países em dificuldades, como Grécia, Irlanda e Portugal, as agências também revisaram para baixo o grau de investimento de países como França e Áustria.
Para algumas autoridades da União Europeia, isso ajudou a intensificar os problemas no bloco e desencadeou pedidos para a criação de uma agência independente europeia de classificação de crédito (as três empresas têm sede nos EUA).
S&P, Fitch e Moody's controlam uma parcela de mais de três quartos do mercado global de avaliações de risco, o que desperta críticas sobre conflitos de interesse em seus serviços, já que acabam sendo pagas pelos mesmos clientes que deveriam estar examinando - um ponto que se tornou ainda mais polêmico no caso da Moody's, que em 2000 lançou ações na bolsa.
Um estudo conjunto de universidades americanas, divulgado em julho do ano passado, e coordenado pelo acadêmico Shivaram Rajgopal, alega que a Moody's teria sido mais generosa que a concorrência na avaliação de títulos emitidos por empresas ligadas a seus principais acionistas.
"É uma situação em que uma indústria de oligopólio ganhou enorme poder, então tal problema é inevitável", disse Rajgopal.
Questionada pela BBC Brasil a respeito da crise de credibilidade das agências de risco após as críticas relativas à crise de 2008, a analista Alessandra Ribeiro, da Tendências, diz que essa "crise não foi totalmente superada, mas a questão é que até hoje não foi criada nenhuma alternativa a essas agências, e os investidores precisam dessas informações para saber onde colocar seus recursos".
No início do ano, ao anunciar o acordo e multa sobre a S&P, o então secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder, afirmou que a agência admitiu que "executivos da empresa se queixaram de que a empresa resistiu a rebaixar ativos de baixa performance temendo que isso prejudicasse os seus negócios".

Mas, na mesma ocasião, a McGraw Hill - conglomerado que inclui a S&P - afirmou que o acordo "não traz nenhuma descoberta de violação da lei".


 

domingo, 6 de setembro de 2015

OPERAÇÃO ZELOTES

Miguel do Rosário diz no blog O Cafezinho que a Operação Zelotes já chega a graúdos do Congresso.

‘’Engraçado ver como a Lava Jato merece páginas, páginas e páginas em nossos jornalões, com infográficos gigantes, animações, longos minutos no Jornal Nacional. O Ministério Público Federal montou uma força-tarefa que só cuida disso, e até manda missões para os Estados Unidos.
O responsável pela Lava Jato tem tempo para dar entrevistas em todos os jornais, revistas e programas de TV.
Já as investigações da Zelotes, contra o principal problema de corrupção no país, a corrupção fiscal, encontra todo tipo de dificuldade: segredo absoluto de justiça, força-tarefa sem recursos, judiciário preguiçoso, mídia desinteressada.
O Brasil perde mais de R$ 500 bilhões por ano em sonegação. É o país com as maiores taxas de evasão fiscal do mundo. O que se sonega, por ano, no país, é quase vinte vezes superior ao déficit orçamentário de R$ 30 bilhões estimado para o ano que vem.
E ninguém vai às ruas protestar contra isso.
Aliás, vai sim, os marchadeiros empunham cartazes defendendo a corrupção fiscal.
Não era hora de uma grande campanha contra a sonegação? Uma campanha que, ao invés de truculência judicial e criminalização do pequeno e médio empreendedor, centrasse em ações de desburocratização, centralização, simplificação e esclarecimento?
Uma campanha que reunisse todas as iniciativas oficiais de transparência, de todos os órgãos públicos, municipais, estaduais e federais, para estimular as pessoas a identificarem e monitorarem o uso de seus tributos?
Uma campanha que, ao mesmo tempo, deixasse claro, junto à população, que a sonegação é uma das mais perniciosas formas de corrupção?
A cobertura midiática da Operação Zelotes deixa bem claro que esse tipo de iniciativa não virá da grande imprensa, até porque ela mesmo está envolvida, até o pescoço, nesses crimes.
A iniciativa tinha de vir dos governos, em parceria com Ministério Público, Judiciário, Polícia Federal, organizações não-governamentais, movimentos sociais e imprensa alternativa.’’
‘’Em comparação com a Lava-Jato, a Operação Zelotes tem recebido críticas por receber tratamento diferenciado por parte do Poder Judiciário. O processo corre em segredo de justiça, as prisões preventivas solicitadas pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal foram todas negadas, assim como não foram autorizadas as solicitações de monitoramento por escutas telefônicas.’’   

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

PAREI DE FUMAR


Desde que completei 18 anos, passei a fumar um maço por dia. Nos últimos 60 anos, foram cerca de 500 mil cigarros, contando com aqueles fumados antes de completar 18 anos.

Comecei fumando Saratoga, Astória, Belmont, Continental. Depois passei para o Lincoln, Hollywood e, às vezes, Columbia e cigarrilhas. Também fumei Minister, LS, Hilton  e Capri. Deste fui até modelo fotográfico de um anúncio.

Quando viajava para o exterior, fumei muito cigarro americano; L&M, Parliament, Chesterfield, Camel, Pall Mall, Lucky Strike – recomendado pelos médicos - e Viceroy – recomendado pelos dentistas.

 
Além de Marlboro, marca que foi lançada inicialmente como Marlborough, um cigarro feminino, e com o qual permaneci até deixar de fumar.

Parei de fumar em julho, não porque fiquei acovardado pelo terrorismo da mídia contra o cigarro. O que eu fiz pra parar? Nada, apenas parei. Parei porque quis e posso voltar a qualquer momento que quiser.

Fumei por mais de 65 anos e ainda não tive câncer no pulmão nem problemas respiratórios como aquela que me motivou a parar.

Aquela, que combinou parar de fumar junto comigo, continua fumando desavergonhadamente. Só tem vergonha de me pedir para ir comprar. Nem sei como ela está se virando.
 

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O SANGUE VAI ROLAR


O advogado Matheus Sathler, derrotado na eleição para deputado federal pelo PSDB/DF, em 2014, ameaça de morte a presidenta Dilma Rousseff no vídeo abaixo:

 

O fato de ser um indivíduo com boa educação, formado em direito, não me surpreende nem espanta. Benito Mussolini, criador do fascismo e que levou a Itália a se aliar a Hitler, era um professor e jornalista.

O nosso Mussolini ameaça a Dilma afirmando que ‘‘Com a foice e o martelo, nos vamos arrancar a sua cabeça’’.

Como Aécio, o babaca não se conforma com a derrota e conclama: “Quando o povo agir já não vai ter mais volta. Renuncie, fuja do Brasil ou se suicide” – e ameaça - “Tenha humildade para sair do país porque, caso contrário, o sangue vai rolar”.

O imbecil promove o ódio e, depois, no final do vídeo, fala em Deus: “Que Deus traga paz a nossa nação”.

O arrogante psicopata continua solto e diz que cumprirá sua ameaça no dia 7 de setembro.

Joseph Pulitzer (1847/1911) tinha razão quando disse que

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

"DEPENDÊNCIA E DESENVOLVIMENTO

Na América Latina" é o título do livro escrito por FHC no qual consta o texto reproduzido a seguir:
“É evidente que a explicação técnica das estruturas de dominação no caso dos países latino-americanos, implica estabelecer conexões que se dão entre os determinantes internos e externos, mas essas vinculações, em qualquer hipótese, não devem ser entendidas em termos de uma relação causal-analítica, nem muito menos em termos de uma determinação mecânica e imediata  do interno pelo externo.
Precisamente o conceito de dependência, que mais adiante será examinado, pretende outorgar significado a uma série de fatos e situações que aparecem conjuntamente em um momento dado e busca-se estabelecer, por seu intermédio, as relações que tornam inteligíveis as situações empíricas em função do modo de conexão entre os componentes estruturais internos e externos.
Mas o externo, nessa perspectiva, expressa-se também como um modo particular de relação entre grupos e classes sociais de âmbito das nações subdesenvolvidas. É precisamente por isso que tem validez a análise de dependência em sua manifestação interna, posto que o conceito de dependência utiliza-se como um tipo específico de causal-significante – implicações determinadas por um modo de relação historicamente dado e não como conceito meramente mecânico-causal, que enfatiza a determinação externa, anterior, que posteriormente produziria consequências internas.
Não, você não é um analfabeto funcional. Não existe quem possa entender o texto a não ser o próprio autor. Creio que por isto, o sociólogo da Sorbonne pediu que esquecessem tudo que escreveu. Não há como lembrar.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

CIRCO DE HORRORES

FHC pede a renúncia de Dilma Rousseff. Definitivamente, ele perdeu a vergonha e o respeito. Ou melhor, perdeu a memória.
Vergonha, ele jamais teve, desde que quebrou o Brasil três vezes jogando o país nas piores crises já enfrentadas.
Respeito, nunca teve nem por si próprio desde que caiu no golpe da barriga e assumiu a paternidade do filho de outro.
O comportamento do infeliz equiparou-se ao dos psicopatas que participaram das últimas manifestações.
No Rio, um repórter chileno entrevistou alguns participantes.
Em São Paulo, as faixas exibidas falam por si.

Quanta estupidez e incoerência. Ou será apenas uma confissão.


Não demonstraram nenhum compromisso com a gramática.
Saudações nazistas.
Com a bunda suja.
Uma razão da revolta contra o PT.
Outra razão.
Este cara é tão imbecil quanto aquele que encarnou no meu blog. 

A boçalidade da velhinha estava lá.
Lá estava também o ódio das mal amadas.

 

domingo, 16 de agosto de 2015

MEU 78º DEZESSEIS DE AGOSTO

Quem não tem presente se conforma com o futuro.
Assim falou o grande filósofo Raul Seixas. E eu, como sempre tive presente, pouco me importei com o futuro. Mas, agora, sem futuro, sou obrigado a me conformar com o passado, embora ainda viva muito feliz com o meu presente.
Tenho todo o tempo pra reviver o que vivi. De preferência somente os lances em que fui bem sucedido. Os fracassos, é claro, esqueci.
Esqueci do tempo em que fui pobre. Do tempo em que a grana terminava antes do fim do mês.
Como diria um rapper na Lapa: hoje, eu tô de rolé no mundo, tá ligado?
Sou um vagabundo convicto, coisa que eu sempre quis ser quando crescesse. As vezes, sonho que estou trabalhando, mas não me entrego: logo acordo.
Acordo cedo e durmo tarde pra ficar mais tempo sem fazer nada. Apenas, ler, ler, ler,
Sigo de bem com a vida, como sempre. Mas, não suporto a mediocridade, a hipocrisia e o bom-mocismo caipira daqueles que têm a mente mais vazia que o seu currículo e que não têm a mínima piedade pela gramática.
E não quero saber de médico nem de vacinas.
Na última vez que me consultei – há mais de quinze anos– o terrorista me disse que meu pâncreas estava falido e quis mudar meus hábitos. Proibiu-me refrigerantes, a cachaça e o consumo de embutidos (lingüiça, mortadela, presunto, etc). Açúcar nunca mais. Queria que eu fizesse exercícios. Correr na praia.
Preferi correr pra bem longe dos médicos.
Se pudesse voltar lá e contar-lhe o meu modo de viver, ele certamente me daria menos de um ano de vida.
Felizmente, não posso. O terrorista – bem mais novo - faleceu bem antes de mim. Quem diria? Nem eu mesmo poderia acreditar em atingir os 78 anos de idade são e salvo. Mas, não me chame para grupos de terceira idade, não diga que sou idoso, nem pense que sou velho. Sou apenas usado. Muito bem usado, aliás.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O IMPEACHMENT DE LULA

Em 2005, o presidente Lula sofria uma campanha sórdida e sistemática da imprensa que exigia o seu impeachment. Era tempo de investigação dos envolvidos com o mensalão. A diferença é que naquela época ninguém foi preso antes de ser condenado.
Gabeira, ex-PT, que detestava - e ainda detesta - o governo petista e o presidente Lula, tornou-se um ferrenho inimigo do PT.
Em uma entrevista, perguntado se o impeachment de Lula seria a melhor solução para evitar a derrocada da nação, respondeu que‘‘Nos libertaria de uma dificuldade muito grande. O governo está morto e estamos decidindo o que fazer com o corpo até 2006. A única energia que esse governo ainda tem é para correr da polícia.’’
Com essa resposta a favor do impeachment de Lula, Gabeira ganhou a Globo, a Veja, todo o PIG, os abestalhados e os inocentes úteis. Contudo, nunca mais se elegeu a nada.
Há cerca de dez anos, portanto, o império do ódio, do maniqueísmo, da intolerância e da imbecilidade já havia tomado conta de uma parcela da elite brasileira que orbita os meios de comunicação.
Há momentos em que, ao me ver em meio a tudo isso, sinto-me meio ridículo, envergonhado, as vezes até revoltado. Mas, é melhor que ser surdo, cego ou analfabeto.
Atualmente, fico feliz em constatar que a pregação política disfarçada de jornalismo convence cada vez menos gente. Inclusive, vejo que o impeachment da Dilma está saindo de moda. A globo, veja, folha, estadão já publicaram editoriais contra o impeachment e estão tratando a Dilma com mais educação.
Pesquisa do Instituto Data Popular indica que há uma queda na aprovação do impeachment como solução para a crise política; ainda segundo a pesquisa, 62,8% dos eleitores não enxergam ninguém que possa tirar o País da atual situação.
O império do ódio, do maniqueísmo, da intolerância e da imbecilidade parece estar saindo da pauta.
Dentro de pouco tempo, o governo Dilma terá novamente mais de 80% de aprovação.

















quarta-feira, 5 de agosto de 2015

AGOSTO

Este mês foi capaz de produzir alguns dos meus grandes ídolos: Clara Nunes, Eydie Gormé, Consuelo Velázquez, Adoniran Barbosa, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, Alfred Hitchcock. E, também, o maior todos: eu. 

Foi capaz ainda de levar outros grandes personagens que encantaram a minha vida: Getúlio Vargas, Juscelino, Luiz Gonzaga, a princesa Diana, Elvis Presley - logo no dia 16 - e Carmen Miranda no dia de hoje, em 1955. Faz 60 anos que ela me deixou com apenas 46 anos, a mesma idade com que se foi minha mãe um ano antes. As duas continuam vivas em minha memória.

Agosto é o mês das Olimpíadas e dizem que é o mês do desgosto só por causa da rima. Calamidades ocorrem em qualquer mês, Olimpíadas não. Agosto, porém, tem muito charme para produzi-las em proporções catastróficas. Vejamos alguns exemplos.

Em 25 de agosto de 1961, Jânio Quadros renunciou à presidência da República. O vice-presidente João Goulart foi vetado pelos ministros militares e, depois, deu no que deu.

O massacre da noite de São Bartolomeu foi um episódio sangrento na repressão aos protestantes na França. As matanças, organizadas pela casa real francesa, começaram em 24 de agosto de 1572 e duraram vários meses, vitimando cerca de 100 mil protestantes franceses 

No dia 27 de agosto de 1883, aconteceu um dos maiores desastres naturais da história. O vulcão Krakatoa explodiu e levou com ele toda a ilha em que se encontrava, matando nada menos que 36 mil pessoas. Krakatoa era localizada entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia.

No dia 6 de agosto de 1945, após seis meses de intenso bombardeio em 67 outras cidades japonesas, os Estados Unidos lançaram sobre Hiroshima a bomba atômica "Little Boy" que arrasou a cidade. Três dias depois, no dia 9, a "Fat Man" caiu sobre Nagasaki. As duas bombas foram responsáveis pela morte de cerca de 200 mil mortos civis. 

Agosto é o mês dos grandes eventos e está prometendo algo especial para este ano. 


terça-feira, 4 de agosto de 2015

É CULPA DE QUEM?

Ando sem inspiração para escrever e vivo lambendo postagens alheias como a última que fiz.
Aliás, posso acrescentar àquela que, apesar da crise, o Bradesco registrou lucro recorde no semestre; cada vez mais brasileiros viajam para o exterior; os estádios batem recorde de torcedores no atual campeonato brasileiro.
Tudo por culpa da Dilma? O mortadela Luis Henrique Mourão publicou um vídeo no Facebook que eu gostaria de ter feito. Não o fiz mas posso publicá-lo aqui. É um vídeo perfeito para mostrar aos batráquios e invertebrados sem noção de quem é a culpa de nossas supostas mazelas.