Deu hoje no Jornal Atual:
Desde o mês de fevereiro muito se comenta, em
Mangaratiba, sobre a “invasão por bandidos” nos bairros Cachoeira I e Cachoeira
II, no distrito de Muriqui.
Segundo alguns moradores, meliantes fortemente armados, oriundos de favelas do Rio de Janeiro, teriam invadido as duas localidades, que ficam às margens da Rodovia Rio-Santos.
Ainda segundo alguns relatos, casas foram invadidas,
houve explosões propositais de transformadores de energia elétrica, para deixar
o bairro completamente às escuras para facilitar a entrada de mais invasores,
ocupação da mata e toque de recolher tornaram-se rotina na vida de quem reside
nos bairros.Segundo alguns moradores, meliantes fortemente armados, oriundos de favelas do Rio de Janeiro, teriam invadido as duas localidades, que ficam às margens da Rodovia Rio-Santos.
Rapidamente a notícia de que Cachoeira I e II viviam a rotina das grandes favelas dominadas pelo tráfico, tomou as redes sociais e a mídia local.
Mas como está a real situação dos bairros hoje?
Para responder a essa pergunta que milhares de
moradores fazem o secretário municipal de Segurança e capitão da Polícia
Militar, Sidney Ferreira esclareceu durante conversa com o ATUAL a realidade do
bairro. “Realmente houve a transição de alguns marginais oriundos do Rio de Janeiro para os bairros da Cachoeira I e II, mas a Polícia Militar interviu (SIC) rapidamente e não deixou a situação tomar maiores proporções.
Esse problema já se dissipou. Policiais militares fazem constantemente intervenções nesses bairros e a situação está controlada.
A população pode ficar tranquila em relação a esse problema. A Polícia Civil investiga o caso”, ressalta o secretário reiterando que esse episódio não provocou o aumento dos índices de violência no município.
“Minha função como secretário de Segurança é cobrar das polícias mais intervenções nessas áreas e isso tem sido feito com bastante êxito, por isso repito, os moradores de Cachoeira I e II podem ficar tranquilos”, finaliza.
N.L.: o verbo intervir conjugado corretamente na 3º pessoa do pretérito perfeito é interveio. O erro é do jornal, não é meu.

















